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	<title>Noiz &#187; Dj Zinco</title>
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	<description>Noiz Cultura Urbana</description>
	<lastBuildDate>Mon, 30 Jan 2012 17:24:16 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Dj Jeff-Bass, representando o Brasil na Europa</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 13:53:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dj Zinco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Misturando muito groove brasileiro com outras vertentes da música negra, Dj Jeff-Bass tem dado o que falar fora do Brasil. Com sua mixagem técnica e muita música boa no repertório, originário de Curitiba, a terra em que os dj´s e produtores de hip-hop sempre estão em destaque, Jeff tem sacudido pistas de toda a Europa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Misturando muito groove brasileiro com outras vertentes da música negra, Dj Jeff-Bass tem dado o que falar fora do Brasil. Com sua mixagem técnica e muita música boa no repertório, originário de Curitiba, a terra em que os dj´s e produtores de hip-hop sempre estão em destaque, Jeff tem sacudido pistas de toda a Europa e vem conquistando seu espaço merecido.</p>
<p style="text-align: justify;">Com vocês, DJ JEFF BASS:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conta um pouco da sua história, como começou a tocar, seu primeiro contato com a música etc&#8230;</strong><br />
<strong>JEFF-BASS:</strong> Meu primeiro contato com música foi através do meu pai que é músico e tinha vários discos legais. A discotecagem surgiu pra mim quando eu Vi pela TV o Run DMC se apresentando e fiquei muito impressionado com o Jam Master Jay tocando&#8230; Na época eu era bem novo ainda mas decidi que queria aprender aquilo. O tempo passou e depois de ter me ferrado muito com o 3X1 lá de casa eu descobri que um amigo da escola tinha um par de toca-discos em casa, e o cara também colecionava discos e revistas sobre djs. Como eu era muito prego, não chegava nem perto do equipamento&#8230; Aprendi muita coisa só olhando mesmo, e depois ia pra casa praticar nas fitinhas k7. Bem depois eu trabalhei numa balada em Curitiba mesmo e aí conheci os equipamentos profissionais e vários djs que tocavam há muito tempo. Isso foi em 1995/1996 e foi aí que eu comecei mesmo a pensar na discotecagem como profissão.</p>
<p style="text-align: justify;"><p><a href="http://noiz.com.br/entrevistas/dj-jeff-bass-representando-o-brasil-na-europa.html"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
Como voce define seu estilo? Sabemos que você mistura muito nos sets, samba, soul, funk, grooves brazucas, mangue-beat&#8230;.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JEFF-BASS: </strong>Bom&#8230; Pra mim a música não tem limites, seja brasileira, americana, africana, enfim&#8230; Não gosto muito de definir o que eu faço, mas quando é necessário eu digo que toco música negra, o que já é muito abrangente! Se você analizar, são pouquíssimos estilos de música ocidental que não tem raízes negras.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fale um pouco sobre suas mix-tapes, quantas já fez ao todo? Qual a importância delas na sua carreira?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JEFF-BASS:</strong> Há alguns anos atrás eu comecei a gravar uns sets em CD e distribuir pra galera, vendia alguns só pra bancar a produção do material mesmo. Mas um tempo depois eu percebi que eu poderia lançar no meu blog e assim atingir um público maior e sem custo nenhum. Mas isso também desvalorizava um pouco o trabalho.</p>
<p>Então em 2007 eu mostrei pro meu amigo Uilson Groove um set de funk e samba dos anos 60 e 70 que eu gravei e ele curtiu muito,  e como ele estava com uma idéia de montar um selo pra divulgar os djs que tocam esse tipo de som, ele perguntou se eu gostaria de lançar aquele Set em CD.</p>
<p>Falei com um amigo de Brasília, o DJ Oops (Criolina) que fez uma capa bem legal e o CD saiu um tempo depois. Tivemos problemas com a duplicação do material e por isso tem poucas cópias em CD por aí, mas foi graças a essa &#8220;mix-tape&#8221; (DJ Jeff Bass #1) que eu fui convidado pela primeira vez a tocar fora do Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><a href="http://noiz.com.br/entrevistas/dj-jeff-bass-representando-o-brasil-na-europa.html"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
Como foi tocar pela primeira vez na Europa? Em quais países ja tocou?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JEFF-BASS: </strong>No começo foi difícil de acreditar! Eu tive que me adaptar a algumas coisas pra poder ir&#8230; a primeira delas foi tocar com serato que era uma coisa que eu não curtia, mas tive que comprar um por uma questão de praticidade, não tinha como carregar vários cases de discos.</p>
<p>Acabei descobrindo que é uma ferramenta e tanto e hoje uso pra tocar em todas as minhas gigs. Viajei pra europa pela primeira vez em 2007 pra tocar na Bélgica e na Itália, em 2008, Alemanha, Bélgica, França e Inglaterra&#8230; e agora em 2009/2010 na França, Áustria, Eslováquia, Portugal,Itália e Alemanha.</p>
<p>Ainda este ano volto para a França em Junho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Qual a diferença do público brasileiro para o europeu?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JEFF-BASS: </strong>Acho que a principal diferença é que na europa as pessoas são mais abertas a novidades, mas a vantagem do brasileiro é ser mais solto, mais alegre apesar de não dar o devido valor ao que é produzido aqui (música), mas isso já está melhorando também.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fale um pouco sobre as festas que </strong><strong>você toca aqui no Brasil como a Cambalacho que já teve edições em SP</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JEFF-BASS: </strong>Eu ainda sou muito visto como DJ de Hip-Hop porque é a minha raiz, e por isso acabo tocando mais em festas &#8220;Black&#8221;, essas festas deram uma caída por um tempo mas estão voltando a acontecer, o que prova que não era uma coisa passageira. Ponto pra nós!</p>
<p>Aqui em Curitiba eu tenho uma parceria com dois amigos DJs (Anaum e Schasko) e um VJ (Bisquit) que é o projeto CAMBALACHO, que vai fez dois anos agora em fevereiro. Nestes dois anos levamos a festa para Brasília, Goiânia, São Paulo e Rio de Janeiro graças a pessoas que tem projetos parecidos, e também fomos convidados a apresentar um programa numa rádio FM aqui de Curitiba.</p>
<p>A idéia do projeto é misturar músicas novas e antigas de estilos diferentes e dando um destaque para a música independente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Espaco aberto:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">twitter:<br />
<a title="twitter.com/djjeffbass" href="http://www.twitter.com/djjeffbass" target="_blank">twitter.com/djjeffbass</a></p>
<p style="text-align: justify;">canal no youtube:<br />
<a title="http://www.youtube.com/ssupafreakk" href="http://www.youtube.com/ssupafreakk" target="_blank">http://www.youtube.com/ssupafreakk</a></p>
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		<title>BLOG DO ZINCO: Falando em vinil&#8230; Clube do Balanço.</title>
		<link>http://noiz.com.br/indicamos/blog-do-zinco-falando-em-vinil-clube-do-balanco.html</link>
		<comments>http://noiz.com.br/indicamos/blog-do-zinco-falando-em-vinil-clube-do-balanco.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 00:23:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dj Zinco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indicamos]]></category>
		<category><![CDATA[dj zinco]]></category>
		<category><![CDATA[samba-rock]]></category>

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		<description><![CDATA[Graças ao bom Deus a rapaziada do Clube do Balanço não aguentou esperar a reabertura da Polysom e mandou prensar diretamente na gringolândia o novo vinil da banda. Pela Contramão é o terceiro disco dessa turma que sempre fez questão de lançar seus discos também em vinil, conquistando definitivamente os djs dos bailes de gafieira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify"><a href="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/12/clube2.jpg"><img class="size-full wp-image-2604 alignleft" style="margin: 5px 10px; border: black 5px solid;" title="clube" src="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/12/clube2.jpg" alt="clube" width="324" height="243" /></a>Graças ao bom Deus a rapaziada do <strong>Clube do Balanço</strong> não aguentou esperar a reabertura da Polysom e mandou prensar diretamente na gringolândia o novo vinil da banda.<br />
<strong><em>Pela Contramão</em></strong> é o terceiro disco dessa turma que sempre fez questão de lançar seus discos também em vinil, conquistando definitivamente os djs dos bailes de gafieira e nostalgia, onde esse formato ainda impera absoluto.<br />
O meu veio falando inglês e ainda com rótulo branco (talvez seja de um lote de testes), e a gramatura e mixagem não deve nada a ninguém, realmente um trabalho pra gringo apreciar.</p>
<p>Abaixo, comentários faixa a faixa:<br />
<strong><br />
LADO A<br />
</strong><strong>1 &#8211; Morando no Sapato</strong> -  é a primeira faixa do vinil, uma instrumental swingada onde os metais comandam e dão o rítmo convidando pra dançar</p>
<p><strong>2 &#8211; Sensacional Brenda Lígia</strong> &#8211; é aquela música que você coloca pra repetir mesmo sem ela ter terminado. Marco Matolli brinca com a melodia sussurando nos refrões e separando as palavras silábicamente sem compromisso algum. <em>Sen-sa-cio-nal&#8230;<br />
</em></p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl id="attachment_2614" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/12/clube3.jpg"><img class="size-full wp-image-2614 " style="margin-top: 5px; margin-bottom: 5px; border: black 5px solid;" title="clube" src="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/12/clube3.jpg" alt="Clube do Balanço durante apresentação na Rússia. Foto:  Leonardo Gringo/Flávio Andrade" width="500" height="375" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Clube do Balanço em apresentação na Rússia. Foto: Divulgação</dd>
</dl>
<p><em> </em></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>3 &#8211; E Como o Vendo Foi Embora &#8211; </strong>é a hora da Dna. Tereza Gama mostrar sua voz deliciosa na faixa mais &#8220;samba&#8221; do disco. Clássica para acompanhar na palma da mão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4 &#8211; Pela Contramão -</strong> a que dá nome ao disco, onde o baixo da a impressão de vir na contramão da melodia logo no início da música e depois se encaixa harmoniosamente com os outros instrumentos. Bem que Matolli avisa: &#8220;Meu samba é feito desse jeito assim&#8230;&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>LADO B</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1 &#8211; Dentro dos Olhos Dela</strong> &#8211; essa é deliciosa tanto para ouvir, como para dançar. Composta em parceria com o lendário guitarreiro Luiz Wagner e Edu Salmaso não poderia ser diferente, e também é daquelas que merece vários replays.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2 &#8211; Tocha Botafogo</strong> &#8211; mais uma na voz de Tereza Gama acompanhada por um refrão em coro suave, gostoso de ouvir. Conta a história de Tocha, o cara que bota fogo nas festas, e ao ouvir a letra com certeza você vai se lembrar de algum &#8220;Tocha&#8221; que conhece.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3 &#8211; Pra não dar Bandeira</strong> &#8211; puro swing nessa instrumental totalmente harmoniosa e que convida até o mais leigo a dar uns rodopios pela pista. Só ouvindo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4 &#8211; Seu Alberto</strong> &#8211; e pra fechar a bolacha, mais uma instrumental só que mais calminha&#8230; no sapato&#8230; propícia pra fazer aquele floreado bonito (pra quem sabe né!)</p>
<p style="text-align: justify;">Mmais informações:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.clubedobalanco.com.br" target="_blank"><strong>www.clubedobalanco.com.br</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.myspace.com/clubedobalanco" target="_blank"><strong>www.myspace.com/clubedobalanco</strong></a></p>
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		<title>Tempt One, Superação e amor ao Graffiti</title>
		<link>http://noiz.com.br/tv-noiz/tempt-one-superacao-e-amor-ao-graffiti.html</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 11:07:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dj Zinco</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV Noiz]]></category>
		<category><![CDATA[big time magazine]]></category>
		<category><![CDATA[dj zinco]]></category>
		<category><![CDATA[graffiti]]></category>
		<category><![CDATA[grafiteiro]]></category>
		<category><![CDATA[tempt one]]></category>

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		<description><![CDATA[Tempt One é um dos grafiteiros mais conhecido e considerado em Los Angeles não só pela sua arte, mas também pelos trabalhos sociais que desenvolveu durante sua juventude. Começou a pintar ainda na década de oitenta e foi o fundador de uma das primeiras crews de grafiteiros de L.A., viveu a melhor fase do hip-hop, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Tempt One é um dos grafiteiros mais conhecido e considerado em Los Angeles não só pela sua arte, mas também pelos trabalhos sociais que desenvolveu durante sua juventude.</p>
<p style="text-align: justify;">Começou a pintar ainda na década de oitenta e foi o fundador de uma das primeiras crews de grafiteiros de L.A., viveu a melhor fase do hip-hop, mas também viveu a pior&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">No começo dos anos noventa, sua cidade era considerada uma das mais violentas dos Estados Unidos, o crime e o tráfico tomou as ruas e a vida de muitos jovens, e foi nessa época que Tempt resolveu trabalhar em projetos sociais ligados a Arte com crianças e jovens dos bairros mais violentos, com o intuito de prevenir a violência das gangues e o abuso policial.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre tantas realizações, Tempt One também foi um dos fundadores da BigTime Magazine, uma das primeiras revistas dedicada exclusivamente ao graffiti.</p>
<p style="text-align: justify;">No começo dos anos dois mil, Tempt começou a apresentar alguns problemas de saúde, e como jovem muito ativo que era, resolveu procurar um médico, pois não poderia dar-se ao luxo de ficar  doente em meio a tantas atividades que estava engajado, e para sua surpresa recebeu o diagnóstico da doença: <strong>ESCLEROSE LETAL AMIOTRÓFICA (ELA)</strong>, doença que paralisa totalmente o corpo, possibilitando apenas o movimento dos olhos. Tempt recebeu essa notícia em 2003, e em 2005 já havia perdido todos os movimentos do corpo.</p>
<p style="text-align: justify;">Tempt passou a se comunicar apenas com os olhos, e através de piscadas e o auxílio da família, conseguia escrever textos para se comunicar, e nesses textos sempre expressava que o quê o mantinha vivo era a vontade de voltar a pintar seu nome pela cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Como descendente de índios, baseado na religião indígena sempre teve como filosofia o conceito de<strong> &#8220;mitakuye&#8221; </strong>que significa o inter-relacionamento de todas as coisas.</p>
<p style="text-align: justify;">E foi a partir do inter-relacionamento da jovem crew de grafiteiros<strong> RESEARCH LABS (GRL) </strong>com o grupo de desenvolvedores <strong>EBELING GROUP (TEG)</strong>, que nasceu a idéia de criar o projeto <strong>NOT IMPOSSIBLE </strong>com o intuito de realizar o sonho de Tempt voltar a gravar seu nome nas ruas.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois do projeto, Tempt One participou de mostras de Arte em diversas cidades do mundo como Tóquio, Noruega e Viena.</p>
<p style="text-align: justify;"><a title="djzinco@noiz.com.br" href="mailto:djzinco@noiz.com.br" target="_blank">djzinco@noiz.com.br</a><br />
<a title="twitter.com/djzinco" href="http://www.twitter.com/djzinco" target="_blank">twitter.com/djzinco</a></p>
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		<title>A reunião dos Blacks</title>
		<link>http://noiz.com.br/materias/a-reuniao-dos-blacks.html</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 20:50:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dj Zinco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[dj zinco]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é como antigamente quando formavam o lendário corredor do Viaduto do Chá, muito menos como nas famosas festas do Ginásio do Palmeiras. Bailes Blacks nos extremos periféricos quase não existem mais, e músicas com grooves pesados não são mais criadas aos montes como na década de 70. Esses são alguns dos fatores que causaram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Não é como antigamente quando formavam o lendário corredor do Viaduto do Chá, muito menos como nas famosas festas do Ginásio do Palmeiras. Bailes Blacks nos extremos periféricos quase não existem mais, e músicas com grooves pesados não são mais criadas aos montes como na década de 70.</p>
<p style="text-align: justify;">Esses são alguns dos fatores que causaram o sumiço da famosa união black que dominava a juventude negra dos anos 70 até meados dos aos 80 no Brasil, união essa que foi uma das maiores (se não a maior) referencia a auto-estima do jovem negro brasileiro, onde era valorizado a beleza da raça, o swing, o talento, e o poder. O Black Power.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas equipes de bailes que lotavam ginásios e salões com milhares de pessoas não existem mais, alguns artistas se aposentaram, sumiram, ou já não estão entre nós.</p>
<p style="text-align: justify;">E os Blacks? (público)</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns se casaram, outros morreram ou viraram pastores de igreja evangélica, outros entraram para o crime&#8230; Enfim, cada Black seguiu o seu destino, e assim o movimento se dissipou.</p>
<p style="text-align: justify;">A geração seguinte ainda tentou manter a união dos Blacks com a cultura hip-hop, mas essa união jamais foi a mesma, o sentimento hoje é diferente.</p>
<p style="text-align: justify;">A conclusão seria então que os Blacks (Black Power) morreram? A união Black movida pelo Soul não existe mais? JAMAIS. Parafraseando Mano Brown: &#8220;A função e o funk jamais vão morrer&#8230;&#8221; e continua viva, logicamente com um número bem reduzido de praticantes, se assim podemos dizer, mas com o mesmo amor de décadas atrás dedicadas ao Soul, ao Funk (ou balanço) apelido dado por eles.</p>
<p style="text-align: justify;">Fora os famosos e resistentes bailes conhecidos como &#8220;Bailes Nostalgia&#8221; que existem para manter a chama acesa, existem também confraternizações mais humildes e não menos importantes que mantém viva a cultura dos Blacks, onde é possível sentir o Soul na alma (ou a alma do Soul), enfim: O Soul Power.<strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Onde os Blacks se reúnem em Belo Horizonte:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><p><a href="http://noiz.com.br/materias/a-reuniao-dos-blacks.html"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=fKKSMdk3q8k&amp;feature=player_embedded" target="_blank">Assista a parte 1 desse documentário</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=18urq7g_z1w&amp;feature=player_embedded" target="_blank">Assista a parte 3 desse documentário</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Onde os Blacks se reúnem em São Paulo:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><p><a href="http://noiz.com.br/materias/a-reuniao-dos-blacks.html"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mais vídeos da Liga do Vinil <strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=RC-iI_mNN_w" target="_blank">AQUI</a></strong> e <strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=gznlK4kcz30" target="_blank">AQUI</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Onde os Blacks se reúnem no Rio de Janeiro:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><p><a href="http://noiz.com.br/materias/a-reuniao-dos-blacks.html"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=P_KiTufh0vo&amp;feature=player_embedded" target="_blank">Assista a parte 1 desse documentário</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="mailto:djzinco@noiz.com.br">djzinco@noiz.com.br</a><br />
<a href="http://twitter.com/djzinco" target="_blank">twitter.com/djzinco</a><em> </em><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pessoas Criativas</title>
		<link>http://noiz.com.br/sem-categoria/pessoas-criativas.html</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 19:51:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dj Zinco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[dj zinco]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre fui fã de pessoas criativas, tanto na música como nas artes plásticas, design, literatura. Enfim, em todas as áreas. Admiro as pessoas que improvisam e as que possuem rapidez de raciocínio, as que experimentam e as que inventam algo novo, diferente. Caminhando pela cidade é possível encontrar rastros desse seleto grupo, os  criadores ativos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre fui fã de pessoas criativas, tanto na música como nas artes plásticas, design, literatura. Enfim, em todas as áreas. Admiro as pessoas que improvisam e as que possuem rapidez de raciocínio, as que experimentam e as que inventam algo novo, diferente.</p>
<p>Caminhando pela cidade é possível encontrar rastros desse seleto grupo, os  criadores ativos (cria+ativo), e esse rastro pode ser qualquer coisa, algumas até imperceptíveis como um lambe-lambe, um grafite, uma frase pichada que te faz pensar, músicos de rua etc.</p>
<p><strong>A criatividade é o que mantém a cidade viva, mais que isso, mantém as pessoas vivas.</p>
<p>A criatividade é o elemento principal da cultura urbana.</strong></p>
<p>Abaixo: pessoas criativas que inspiram:</p>
<p><a href="http://noiz.com.br/sem-categoria/pessoas-criativas.html"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>Na Música:</p>
<p><a href="http://noiz.com.br/sem-categoria/pessoas-criativas.html"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>Exemplos de criatividade são bem-vindos nos comentários</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Blog do Zinco: É o futuro</title>
		<link>http://noiz.com.br/tv-noiz/blog-do-zinco-e-o-futuro.html</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 19:10:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dj Zinco</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV Noiz]]></category>
		<category><![CDATA[dj zinco]]></category>

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		<description><![CDATA[Já ia completar quase dois meses que eu não blogava&#8230; Estava morrendo de vontade de indicar, comentar, desabafar mil coisas, mas resisti. Desde quando surgiu o convite para trazer meu blog pra cá, fiquei felizão e tratei de aposentar meu antigo blog que coincidentemente fez 5 anos semana passada, quando o NOIZ ficou pronto. Agora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Já ia completar quase dois meses que eu não blogava&#8230; Estava morrendo de vontade de indicar, comentar, desabafar mil coisas, mas resisti.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde quando surgiu o convite para trazer meu blog pra cá, fiquei felizão e tratei de aposentar meu antigo blog que coincidentemente fez 5 anos semana passada, quando o <strong><a href="http://www.noiz.com.br" target="_self">NOIZ</a></strong> ficou pronto.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora estamos aqui, a coisa tá ficando séria, os blogs e sites cada vez mais profissionais, comandados por jornalistas profissionais, fotógrafos profissionais, designers etc&#8230; não dá orgulho? Claro que dá.</p>
<p style="text-align: justify;">A informação é de qualidade, o entretenimento também, e esses dois meses que fiquei sem blogar, me serviu para analisar tudo isso&#8230;comecei a me lembrar de como a gente fazia para conseguir informação na internet há 10 anos, quem se lembra? Eu me lembro&#8230;</p>
<p>Lembro que ninguém (ou quase) tinha banda larga, portais em português especializados em hip-hop, eram dois ou três, para ver vídeos de rap era necessário recorrer ao CentralCali.com (ele ainda existe ??),  um dos únicos sites que continham alguns vídeos de rap underground, e era ali que a gente ficava esperando até uma hora e meia o vídeo carregar, sem direito a replay, claro.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim&#8230; sem nostalgia.</p>
<p style="text-align: justify;">Os tempos são outros, ta tudo na mão, é só querer,   não têm desculpas.</p>
<p style="text-align: justify;">E já que a coisa tá em outro nível, juro que vou tentar elevar o nível desse meu blog dentro do NOIZ ok? (vou TENTAR viu?&#8230;)</p>
<p style="text-align: justify;">E pra começar, vai rolar uns videocasts, mixtapes, entrevistas, indicações e se a tecnologia nos permitir ( e não der pau ) vai rolar até discotecagem ao vivo pelo site, com vários djs convidados.. ( To falando sério )</p>
<p style="text-align: justify;">Esse primeiro <strong>VIDEOCAST</strong> mostra um pouco do que está prá rolar aqui nesse blog&#8230;<br />
Espero que gostem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>É NOIZZZZZZ</strong></p>
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