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	<title>Noiz &#187; Recomendamos</title>
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	<description>Noiz Cultura Urbana</description>
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		<title>Carta Gentil ao Gentili</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 16:30:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Recomendamos]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente recebi a notícia sobre a piada do excelente (sem nenhum tipo de ironia) Danilo Gentili, nela, há uma alusão comparando o King Kong a um jogador de futebol. Ambos teriam ido à cidade, ficado famosos e “pegado” uma loira.
Muitos não gostaram, outros acharam o máximo a justificativa. Isto é uma democracia e todos têm [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente recebi a notícia sobre a piada do excelente (sem nenhum tipo de ironia) Danilo Gentili, nela, há uma alusão comparando o King Kong a um jogador de futebol. Ambos teriam ido à cidade, ficado famosos e “pegado” uma loira.</p>
<p>Muitos não gostaram, outros acharam o máximo a justificativa. Isto é uma democracia e todos têm direito de concordar ou não. Toda tese pode ser questionada, esta é minha réplica.</p>
<p>O humorista não acha problema em chamar preto de macaco, pois ele chamava o melhor amigo de elefante e viu outras pessoas ofenderem homossexuais e loiras.  Ele questiona valores da sociedade brasileira, a maioria infelizmente é desinformada e inculta (daí surgem os preconceitos), inclusive os humanos – brancos de classe média. Prova disto é um representante deles, um formador de opinião, disseminando o que existe de pior no ser humano.</p>
<p>Segundo Danilo as nomeações de raça são deturpadas a quem se refere. Não teria nada demais o cara assumir que é preto, afinal “este é o nome da cor”, ele afirma. Mas espera aí&#8230; Há uma contradição, pois Gentili diz que o termo “negro” foi criado pelos escravagistas, pra justificar as atrocidades cometidas negando a identidade de igualdade humana através do conceito de raça. Então segundo as palavras e argumentos do humorista, ele seria um senhor de engenho moderno, pois ele não vê nada demais em chamar o cara de “preto” e “macaco”.</p>
<p>Há várias questões delicadas na polêmica racial, ele justifica de maneira inteligente que segundo a Biologia (esquece de citar) somos uma só raça, perfeito. Que o conceito de raça é algo humano, verdade.</p>
<p>Daí ele cita Darwin, que é um gênio da humanidade, naturalista britânico que mudou o rumo da ciência dando explicação a várias questões biológicas que antes dele estavam no limbo. Ironiza dizendo Charles seria racista ao afirmar que toda a humanidade descende do macaco.</p>
<p>Vacilo terrível, o homem que formulou a teoria da evolução das espécies nunca cometeria erro tão grotesco, seria contra a condição e causa científica.</p>
<p>Na sequência ele fala a respeito de sua descendência Italiana, comparando o trabalho nas lavouras dos imigrantes Europeus com o escravo.  Diz que um judeu fundou as casas Bahia, ele próprio teria pago um carnê (?) e se &#8220;escravizado&#8221; nesta dívida de prestação. Boa analogia, não acham?</p>
<p>Professores de história podem dizer melhor do que eu que TODO povo no MUNDO foi perseguido por outro em alguma parte da história. Basta analisar os povos Hutus na África, Palestinos, Judeus, Indianos x Ingleses, Russos x Chechenos &#8211; Usa &#8211; Afegãos, Chineses e Mongóis, Irã x Iraque, Alemanha nazista x o mundo, Espanhóis &#8211; Portugueses &#8211; Franceses &#8211; Holandeses &#8211; Americanos contra as nações indígenas. Isto pra chutar baixo, pois rende assunto.</p>
<p>É como culpar a mulher estuprada pela saia curta que vestia no dia do crime. Você é pai? Tem irmãs? Mulher? Então sabe que não faz sentido.</p>
<p>Ele chama o leitor que peça a um cientista para fazer um exame de QI em macacos e girafas, para ver quem é mais astuto nas idéias. Bom, o teste de QI como todo educador sabe é tido como ultrapassado, pois existem as múltiplas inteligências, teoria desenvolvida por Gadner, a qual fala que todo o ser humano possui vários tipos de inteligência (Linguística, musical, lógico-matemática, espacial, cinestésica, interpessoal e intrapessoal). O antigo teste de QI analisa somente duas capacidades humanas.</p>
<p>O macaco é inteligente? Muito! Mais do que a girafa, óbvio. Nossos irmãos primatas já levam vantagem em ter os polegares e poder manusear ferramentas, além de terem percepção e espírito de grupo. Mas ele sabe muito bem que chamar um negro de MACACO é ofensa e crime. Todos os argumentos dele não justificaram a piada de extremo mau gosto.</p>
<p>É fato que a maioria pobre é de negros e descendentes dos escravos. Ele cita que não maltratou nenhum, como não? Perpetuando e colocando alicerces racistas através da mídia. O público alvo do programa CQC é de universitários, classe média, jovens e pelas mazelas sociais são brancos. Muitos apoiaram o humorista, em pleno ano de 2010, é de chocar. Afinal ele é inteligente. Imagina senão fosse?</p>
<p>Sugiro a Danilo que saia com negros, faça amizades com os descendentes, beije uma negra, converse com velhos negros. Ainda vou assistir o CQC, acredito que os brilhantes humoristas do programa tenham opiniões diferentes das de Gentili.</p>
<p>No meu bairro e na minha casa você é bem vindo, aceito tua hospitalidade, mas meu nome é Luciano, os amigos me conhecem por Bevê. Macaco não, por favor.</p>
<p>Luciano Bevenuto.</p>
<p>Professor de Gramática, editor e colaborador do site <a title="http://www.noiz.com.br CTRL + Clique para seguir o link" href="http://www.noiz.com.br/" target="_blank">www.noiz.com.br</a></p>
<p>Homo Sapiens masculino classificado como negro pelos &#8220;humanos&#8221;, gente boa pelos &#8220;trutas&#8221; e exigente pelos alunos.</p>
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		<title>NOIZ RECOMENDA: site do Pau-de-dá-em-doido</title>
		<link>http://noiz.com.br/2010/02/04/noiz-recomenda-site-oficial-do-pau-de-da-em-doido/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 18:08:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Recomendamos]]></category>
		<category><![CDATA[PDD. Pau de da em Doido]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheça o site oficial do PDD]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2010/02/sitePDD.jpg"><img class="size-full wp-image-2932      aligncenter" title="sitePDD" src="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2010/02/sitePDD.jpg" alt="sitePDD" width="482" height="347" /></a></p>
<p>Santo André, o ano é 1998. Um pessoal bem criativo e talentoso resolveu criar o coletivo Pau-de-dá-em-doido para divulgar as atividades do selo e de seus integrantes. Na real, a ideia foi do MC Enézimo, criador e fundador do selo que teve como inspiração para o nome uma abordagem policial. Enézimo e seus amigos estavam em um rolê no bairro em que moram e uma viatura da Polícia Militar passou. &#8220;Os PM´s estavam com um pedaço de madeira e avisaram: “Estão vendo esse &#8220;pau&#8221; aqui? É o pau-de-dá-em-doido. Que eu tenho para vocês!!&#8221;, conta Enézimo no site do selo. A &#8216;ameaça&#8217; serviu de inspiração e o PDD está nas ruas e promete em 2010!<br />
 <br />
E é pra isso que o NOIZ está aqui. Para recomendar aos nossos internautas o site da crew, que entrou no ar no dia 8 de fevereiro. O designer da página ficou por conta do DJ Nato_PK. &#8220;Nosso objetivo é manter o público informado sobre agenda de shows, lançamentos, entrevistas, projetos e parcerias que envolvam o selo Pau-de-dá-em-doido Entretenimento&#8221;, explica Nato.<br />
 <br />
Os integrantes da PDD querem dar independência e autonomia para a trajetória musical dos artistas do rap, com qualidade nas produções, na melodia e na poética, o que é claro nas letras de rap de seus integrantes. Um deles, vocês viram bem recentemente por aqui. Arnaldo Tifu acabou de lançar o disco &#8220;A Rima Não Para&#8221; e o NOIZ fez uma entrevista exclusiva com ele. <a href="http://pau-de-da-em-doido-sa.blogspot.com/2010/01/arnaldo-tifu-no-site-noiz-ele-nao-deixa.html" target="_blank"><strong>Veja aqui</strong></a></p>
<p>No site do selo, dividido em sessões, é possível ver os discos lançados pela PDD. O primeiro deles, A.R.M.A.G.E.D.O.N., de 1999, produzido por Edi Rock, dos Racionais MC&#8217;s.</p>
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		<title>PROMOÇÃO EMICIDA</title>
		<link>http://noiz.com.br/2010/01/29/promocao-emicida/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 15:57:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele Coutinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Recomendamos]]></category>

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		<description><![CDATA[

O NOIZ e o Laboratório Fantasma resolveram sortear dois singles &#8220;Avua Besouro&#8221;,  do rapper Emicida. Você pode ser o ganhador e receber em casa seu CD.
Para concorrer, envie um e-mail para noiz@noiz.com.br e responda a seguinte pergunta:
Qual era o nome completo e em que cidade nasceu o capoeirista Besouro?
 
O ganhador receberá via correio o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><br />
<a href="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2010/01/capabezouro.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2795" title="capabezouro" src="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2010/01/capabezouro.jpg" alt="capabezouro" width="600" height="600" /></a><br />
O NOIZ e o Laboratório Fantasma resolveram sortear dois singles &#8220;Avua Besouro&#8221;,  do rapper Emicida. Você pode ser o ganhador e receber em casa seu CD.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Para concorrer, envie um e-mail para noiz@noiz.com.br e responda a seguinte pergunta:</strong></p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;">Qual era o nome completo e em que cidade nasceu o capoeirista Besouro?</span></strong><strong></strong><br />
<strong><span style="color: #0000ff;"> </span><br />
</strong><strong>O ganhador receberá via correio o single, que além da faixa Avua Besouro também tem o instrumental da música, assim, você pode fazer a sua versão do som.</strong></p>
<p><strong>Já é hora do jogo virar, então, participe!</p>
<p>VENCEDORES:<br />
<span style="color: #ff0000;">Lucas Copetti</span> e <span style="color: #ff0000;">Marcelo Costa Frankelin</span> foram os primeiros a responder corretamente as perguntas do NOIZ e cada um vai receber em casa um single Avua Besouro do Emicida.</p>
<p>O nome do capoeirista conhecido como Besouro era Manuel Henrique Pereira e ele nasceu na cidade de Santo Amaro da Purificação (Bahia).</strong><br />
<strong><br />
Valeu a participação de todos e em breve, outro sorteio, mais novidades. Fiquem ligados, é NOIZ!</strong><br />
<strong> <em><br />
* Os dois primeiros e-mails com a informação correta e endereço para entrega com CEP serão os ganhadores. O resultado sai na segunda-feira, dia 1º de fevereiro.</em></strong></p>
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		<title>NOIZ RECOMENDA: Franz Kafka “A metamorfose” (1915)</title>
		<link>http://noiz.com.br/2010/01/28/noiz-recomenda-franz-kafka-%e2%80%9ca-metamorfose%e2%80%9d-1915/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 13:16:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Beve</dc:creator>
				<category><![CDATA[Recomendamos]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Você percebe que morre a cada dia, que a cada novo amanhecer não é mais o mesmo?
Agora, qual seria a essência destas mudanças, e onde de fato elas definem teu caráter?
Franz Kafka conta a história de Gregor Samsa, um caixeiro-viajante que era o suporte financeiro da casa onde morava com os pais e a irmã, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você percebe que morre a cada dia, que a cada novo amanhecer não é mais o mesmo?</p>
<p>Agora, qual seria a essência destas mudanças, e onde de fato elas definem teu caráter?</p>
<p>Franz Kafka conta a história de Gregor Samsa, um caixeiro-viajante que era o suporte financeiro da casa onde morava com os pais e a irmã, ao acordar para o trabalho percebe que se transformou num inseto gigante.</p>
<p><a href="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2010/01/livro.jpg"><img class="size-full wp-image-2810  aligncenter" title="livro" src="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2010/01/livro.jpg" alt="livro" width="281" height="217" /></a></p>
<p>Gregor sente a situação em que se encontra, dentro de um novo corpo e hostilizado pela família, apenas sua irmã tem a preocupação e zelo pelo seu bem estar. Quando o pai e a irmã arrumam empregos, Gregor percebe que era tratado apenas como o sustento da casa, passando a refletir a sério sobre o mundo e os desafios da sua nova condição física.</p>
<p>O autor Franz Kafka nasceu numa família judia em praga na República Tcheca, tinha um relacionamento frio com o pai, formou-se em direito e não teve o reconhecimento e fama pelas suas obras quando vivo, tendo a maioria de seus livros lançados postumamente. A leitura traz um convite a reflexão, sobre o que somos e o que representamos a outras pessoas. Você está atento as suas mudanças? Pense nisto.</p>
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		<title>Sarau da Vila Fundão</title>
		<link>http://noiz.com.br/2010/01/14/2652/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 14:05:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele Coutinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Recomendamos]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[literatura marginal]]></category>
		<category><![CDATA[mano brown]]></category>
		<category><![CDATA[sarau vila fundão]]></category>

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		<description><![CDATA[span id=&#8221;more-2652&#8243;>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://noiz.com.br/2010/01/14/2652/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a><span id="more-2652"></span></p>
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		<title>BLOG DO ZINCO: Falando em vinil&#8230; Clube do Balanço.</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 00:23:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dj Zinco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Recomendamos]]></category>
		<category><![CDATA[dj zinco]]></category>
		<category><![CDATA[samba-rock]]></category>

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		<description><![CDATA[Graças ao bom Deus a rapaziada do Clube do Balanço não aguentou esperar a reabertura da Polysom e mandou prensar diretamente na gringolândia o novo vinil da banda.
Pela Contramão é o terceiro disco dessa turma que sempre fez questão de lançar seus discos também em vinil, conquistando definitivamente os djs dos bailes de gafieira e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify"><a href="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/12/clube2.jpg"><img class="size-full wp-image-2604 alignleft" style="margin: 5px 10px; border: black 5px solid;" title="clube" src="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/12/clube2.jpg" alt="clube" width="324" height="243" /></a>Graças ao bom Deus a rapaziada do <strong>Clube do Balanço</strong> não aguentou esperar a reabertura da Polysom e mandou prensar diretamente na gringolândia o novo vinil da banda.<br />
<strong><em>Pela Contramão</em></strong> é o terceiro disco dessa turma que sempre fez questão de lançar seus discos também em vinil, conquistando definitivamente os djs dos bailes de gafieira e nostalgia, onde esse formato ainda impera absoluto.<br />
O meu veio falando inglês e ainda com rótulo branco (talvez seja de um lote de testes), e a gramatura e mixagem não deve nada a ninguém, realmente um trabalho pra gringo apreciar.</p>
<p>Abaixo, comentários faixa a faixa:<br />
<strong><br />
LADO A<br />
</strong><strong>1 &#8211; Morando no Sapato</strong> -  é a primeira faixa do vinil, uma instrumental swingada onde os metais comandam e dão o rítmo convidando pra dançar</p>
<p><strong>2 &#8211; Sensacional Brenda Lígia</strong> &#8211; é aquela música que você coloca pra repetir mesmo sem ela ter terminado. Marco Matolli brinca com a melodia sussurando nos refrões e separando as palavras silábicamente sem compromisso algum. <em>Sen-sa-cio-nal&#8230;<br />
</em></p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl id="attachment_2614" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/12/clube3.jpg"><img class="size-full wp-image-2614 " style="margin-top: 5px; margin-bottom: 5px; border: black 5px solid;" title="clube" src="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/12/clube3.jpg" alt="Clube do Balanço durante apresentação na Rússia. Foto:  Leonardo Gringo/Flávio Andrade" width="500" height="375" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Clube do Balanço em apresentação na Rússia. Foto: Divulgação</dd>
</dl>
<p><em> </em></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>3 &#8211; E Como o Vendo Foi Embora &#8211; </strong>é a hora da Dna. Tereza Gama mostrar sua voz deliciosa na faixa mais &#8220;samba&#8221; do disco. Clássica para acompanhar na palma da mão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4 &#8211; Pela Contramão -</strong> a que dá nome ao disco, onde o baixo da a impressão de vir na contramão da melodia logo no início da música e depois se encaixa harmoniosamente com os outros instrumentos. Bem que Matolli avisa: &#8220;Meu samba é feito desse jeito assim&#8230;&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>LADO B</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1 &#8211; Dentro dos Olhos Dela</strong> &#8211; essa é deliciosa tanto para ouvir, como para dançar. Composta em parceria com o lendário guitarreiro Luiz Wagner e Edu Salmaso não poderia ser diferente, e também é daquelas que merece vários replays.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2 &#8211; Tocha Botafogo</strong> &#8211; mais uma na voz de Tereza Gama acompanhada por um refrão em coro suave, gostoso de ouvir. Conta a história de Tocha, o cara que bota fogo nas festas, e ao ouvir a letra com certeza você vai se lembrar de algum &#8220;Tocha&#8221; que conhece.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3 &#8211; Pra não dar Bandeira</strong> &#8211; puro swing nessa instrumental totalmente harmoniosa e que convida até o mais leigo a dar uns rodopios pela pista. Só ouvindo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4 &#8211; Seu Alberto</strong> &#8211; e pra fechar a bolacha, mais uma instrumental só que mais calminha&#8230; no sapato&#8230; propícia pra fazer aquele floreado bonito (pra quem sabe né!)</p>
<p style="text-align: justify;">Mmais informações:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.clubedobalanco.com.br" target="_blank"><strong>www.clubedobalanco.com.br</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.myspace.com/clubedobalanco" target="_blank"><strong>www.myspace.com/clubedobalanco</strong></a></p>
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		<title>O jornal virtual do rap</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 19:16:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chis Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Recomendamos]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[carol patrocínio]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[daniel cunha]]></category>
		<category><![CDATA[eduardo ribas]]></category>
		<category><![CDATA[hip hop]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[nathalia leme]]></category>
		<category><![CDATA[per raps]]></category>
		<category><![CDATA[perraps]]></category>
		<category><![CDATA[rap]]></category>

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		<description><![CDATA[Há mais ou menos um ano, o produtor Tiago Frúgoli, aka RUMP, comentou sobre o blog de uns caras que estavam fazendo um grande jornalismo escrevendo sobre hip hop. Desde então, tenho lido periodicamente o site e essa é realmente a melhor definição que encontrei para o Per Raps: a alta qualidade dos textos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Há mais ou menos um ano, o produtor Tiago Frúgoli, aka RUMP, comentou sobre o blog de uns caras que estavam fazendo um grande jornalismo escrevendo sobre hip hop. Desde então, tenho lido periodicamente o site e essa é realmente a melhor definição que encontrei para o Per Raps: a alta qualidade dos textos e o comprometimento na cobertura da, chamada, cultura de rua.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>&gt; Acesse o Per Raps: </strong></span><a href="http://www.perraps.wordpress.com" target="_blank"><span style="color: #ff0000;"><strong>www.perraps.wordpress.com</strong></span></a></p>
<p style="text-align: justify;">Desde setembro de 2008, quando foi fundado por <a href="http://www.twitter.com/duardo" target="_blank">Eduardo Ribas</a> e <a href="http://twitter.com/danielcunha7" target="_blank">Daniel Cunha</a>, o blog se destacou trazendo bastante coerência, repertório e pesquisa para falar da cultura urbana. O meio ainda era tímido &#8211; com poucos canais dispostos a assumirem a bronca – mas o endereço conquistou a credibilidade de seu público com a clareza de quem sabe do que fala. Hoje, o Per Raps é reconhecido como uma das primeiras fontes do assunto e se consagrou com o rompimento das fronteiras da cidade de São Paulo, tendo seguidores de diversos lugares do país. Além de seus idealizadores, <a href="http://twitter.com/carolpatrocinio">Carol Patrocínio</a> e <a href="http://twitter.com/nathleme">Nathalia Leme</a> dão peso ao time.</p>
<p>Em 2009 o blog cresceu e ganhou cara de site. Falar de uma equipe é um pouco complexo, uma vez que o Per Raps conta com colaboradores de todo o Brasil, como Cissa Maia (RJ) e o Wagner Cerqueira (SP), entre muitos outros.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_2406" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/12/equipePerRaps.jpg"><img class="size-full wp-image-2406" title="equipePerRaps" src="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/12/equipePerRaps.jpg" alt="Equipe Per Raps na cobertura do Indie Hip Hop 2009  Foto: Luciana Playmobile/siteNOIZ" width="500" height="333" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Daniel, Carol, Duardo e Nathalia: Per Raps na cobertura do Indie Hip Hop 2009 Foto: Luciana Playmobile/siteNOIZ</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;"> <br />
São reportagens, entrevistas, reflexões e resenhas sobre vários temas que passam pelo asfalto. Naturalmente, o rap é sempre um dos mais abordados: a equipe tem sensibilidade para garimpar e transmitir o melhor do ritmo e da poesia das ruas. Para Eduardo Ribas, atualmente o rap está sujeito a uma cena independente onde o número de obstáculos promove uma “seleção natural” para os artistas do meio e desse modo “para aqueles que sobrevivem, nada mais justo do que ter um espaço para divulgar seu trabalho, e é aí que entra a importância do Per Raps.” </p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Com atualização constante, o blog também indica outros sites, divulga eventos, disponibiliza, com autorização dos artistas, cds para download, além claro, de publicar reportagens. Através de colunas como “não canso de ouvir”, onde os músicos elegem os 10 discos que mais os marcaram, ou “faixa a faixa”, quê dá espaço para que os artistas comentem as músicas dos seus lançamentos, o Per Raps fortalece a história do hip hop, registrando referências e fundamentos das novas e das antigas produções.</p>
<p>Para encerrar, nada melhor do que um trecho do texto no qual o blog se explica. “Não tanto do inglês perhaps (talvez), e sim algo mais próximo do termo latin per capita (renda por “cabeça”). Se uns fazem pela renda, nós fazemos pelo rap… Que para nós não resulta em apenas uma união entre Dj e MC, e sim a voz de toda uma cultura. E não “renda por cabeça” e sim “informação e conteúdo por indivíduo”. Indivíduo que por meio do hip hop passa a ser um coletivo.” Confira o conteúdo do blog, NOIZ recomenda!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Busta Rhymes no Brasil</title>
		<link>http://noiz.com.br/2009/11/23/busta-rhymes-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 13:42:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Beve</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Recomendamos]]></category>
		<category><![CDATA[busta rhymes]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[rap]]></category>
		<category><![CDATA[show]]></category>

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		<description><![CDATA[Rapper se apresenta no próximo sábado em São Paulo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: center;">
<dl id="attachment_2256" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/11/busta_TishaunDawson_divulgacao.jpg"><img class="size-full wp-image-2256" title="busta_TishaunDawson_divulgacao" src="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/11/busta_TishaunDawson_divulgacao.jpg" alt="Busta Rhymes por Tishaun Dawson" width="600" height="399" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Busta Rhymes por Tishaun Dawson</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">No começo dos anos 90 eu frequentava os bailes das grandes equipes Kaskatas e Chic Show. Lembro de uma música que derrubava a casa quando tocava, era “Scenario” do A Tribe Called Quest com participação do Leaders of the New School, porém o que chamava atenção no som era um vocal gritante de sotaque jamaicano, um flow inusitado para a época. Meu amigo Herko me mostrou o videoclipe que mostrava aquela figura carismática e colorida que roubava a cena, o nome era <strong><a href="http://www.myspace.com/bustarhymes" target="_blank">Busta Rhymes</a></strong>, o ano era 1993.</p>
<p style="text-align: justify;">Passados 16 anos recebo a notícia de que ele fará show no Brasil. Muitas pessoas o conhecem pelo álbum clássico “The Coming”, que contêm os clássicos &#8220;Woo Hah!! Got You All in Check/ Everything Remains Raw&#8221; e “It´s a Party”. O que é sabido entre todos os MCs é que Busta é versátil, domina e rima encima de qualquer batida, é tido como o rapper que trabalhou em mais participações e remixes nos EUA. Basta jogar um “Feat Busta Rhymes” em qualquer ferramenta de busca que você se assusta.</p>
<p style="text-align: justify;">No DVD ao vivo, Spliff Star, o inseparável hype man ou segunda voz de Busta, torce uma camiseta encharcada de suor e diz que se você não suar então você não está trabalhando direito. Talvez ele esteja correto, pois o fato é que o Flipmode Squad é uma das famílias mais respeitadas entre tantas no hip hop gringo, tendo Busta Rhymes a frente não apenas das rimas como dos negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">Teremos o prazer de assistir um dos melhores. Demorou mas não veio tarde. Busta é um exemplo de superação pois viu várias fases do rap, vários artistas surgiram e desapareceram enquanto ele continua a nos presentear com pérolas como &#8220;Put Your Hands Where My Eyes Could See&#8221;, “Gimme Some More”, “Break Ya Neck”, “Touch it”, “New York Shit” etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Estamos vivos para conferir, graças a Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">Abaixo uma das minha preferidas, não tão conhecida, ele numa colaboração com o poderoso MOP:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=QhCNFaaTq1Q">http://www.youtube.com/watch?v=QhCNFaaTq1Q</a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em>Busta Rhymes<br />
5 de dezembro, 23h<br />
R$ 60 / R$ 100<br />
New York City Shows<br />
Rua Dona Matilde, 509, Vila Matilde, SP<br />
Mais informações: 11 2651-3952<br />
</em><a href="http://www.newyorkcityshows.com.br"><em>http://www.newyorkcityshows.com.br</em></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>7 minutos e 30 segundos, 1.221 páginas e 111 mortos</title>
		<link>http://noiz.com.br/2009/10/08/literatura-carceraria/</link>
		<comments>http://noiz.com.br/2009/10/08/literatura-carceraria/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 17:22:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juca Guimaraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Recomendamos]]></category>
		<category><![CDATA[literatura marginal]]></category>
		<category><![CDATA[sistema carcerário]]></category>

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		<description><![CDATA[Histórias sobre a Casa de Detenção]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">A história da Casa de Detenção, construída na zona norte da capital, foi retratada em diversos livros, documentários, filmes e músicas sob os mais diversos aspectos. Provavelmente, você já deve ter escutado a música <em>Diário de um  Detento</em>, do grupo de rap Racionais MCs. São sete minutos e trinta segundos que resumem um pouco do cotidiano do Carandiru e as circunstâncias do massacre ocorrido no dia 2 de outubro de 1992, que resultou na morte de 111 detentos.</div>
<p style="text-align: justify;">Dos 111 mortos, 89 detentos (80,1%) ainda estavam sendo processados e aguardavam a data do julgamento.</p>
<p style="text-align: justify;">O Carandiru foi construído na década de 20 e a sua desativação foi concluída em 2005. Cenário constante de fugas, denúncias de superpopulação, rebeliões e acerto de contas, a Casa de Detenção  sempre foi um exemplo claro dos grandes problemas causados pela gestão e política do sistema prisional brasileiro.</p>
<p style="text-align: justify;">É uma página da história recente do país que não pode ser esquecida, por isso, a leitura de alguns livros pode ajudar numa reflexão profunda sobre o assunto. O site NOIZ selecionou cinco livros que têm como tema o Carandiru. Ao todo são 1.221 páginas, que somadas aos sete minutos e trinta segundos da música dos Racionais compõe um extrato da história da Casa de Detenção.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos destaques da lista é a obra &#8216;Aqui dentro &#8211; Páginas de uma Memória; Carandiru&#8217;. Os autores, de forma precisa e sensível, conseguiram registrar depoimentos reveladores sobre as relações humanas dentro da Casa de Detenção.</p>
<p style="text-align: justify;">Também é destaque o livro do Jocenir, de 2001, que é co-autor da música <em>Diário De Um Detento</em>, do álbum <em>Sobrevivendo no Inferno</em> (1997), dos Racionais MCs.</p>
<p style="text-align: justify;">Boa leitura e curta o som do Racionais enquanto lê a resenha dos livros.</p>
<p><a href="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/10/Diario_de_um_Detento.mp3">Diario_de_um_Detento</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Confira o resumo dos livros indicados feito pelas editoras:<br />
</strong><br />
<span style="color: #ff0000;"><em><strong><br />
ESTAÇÃO CARANDIRU<br />
</strong><span style="color: #c0c0c0;">Autor: Drauzio Varella<br />
Editora: COMPANHIA DAS LETRAS<br />
Ano Edição: 1999<br />
Qtde. Páginas: 304</span></em><br />
</span>Em 1989, o médico Drauzio Varella iniciou na Casa de Detenção de São Paulo um trabalho voluntário de prevenção à AIDS. Esse trabalho, que prossegue até hoje e teve o apoio da Unip (Universidade Paulista), incluiu pesquisas epidemiológicas sobre a prevalência do HIV, palestras educativas para a população carcerária, gravação de vídeos, edição de um jornalzinho de circulação restrita à penitenciária e atendimento de doentes. Um pouco desses dez anos de convivência semanal está registrado em Estação Carandiru, um livro que só pôde ser escrito graças à condição de médico do autor. Mas Drauzio não adota um ponto de vista “médico”, um enfoque de especialista; também não interpreta sua experiência, nem emite juízos de valor sobre ela. Como norma, ele conduz o relato em função da proximidade direta que estabeleceu com estas pessoas, presos ou funcionários. A Casa de Detenção de São Paulo, o maior presídio do país, abriga mais de 7 mil presos —“a malandragem”, como eles mesmos se denominam. Drauzio Varella fala desse conjunto por intermédio de Santão, Alfinete, Charuto, seu Jeremias, Loreta, Ezequiel e muitos outros. Nos fragmentos das histórias individuais surgem os problemas crônicos do presídio (as drogas e a AIDS, por exemplo) e as formas de acomodação à precariedade e às privações (cozinhar novamente a comida intragável servida pela instituição, organizar as visitas íntimas). Descrevendo coisas e pessoas concretas, Drauzio dá à cidadela do Carandiru uma transparência difícil de ser obtida.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><em><strong>PAVILHÃO 9 &#8211; PAIXÃO E MORTE NO CARANDIRU<br />
</strong></em><span style="color: #c0c0c0;"><strong>Autor: Hosmany Ramos<br />
Editora: GERACAO EDITORIAL<br />
Ano Edição: 2001<br />
Qtde. Páginas: 276<br />
</strong></span><span style="color: #c0c0c0;">Hosmany Ramos era um promissor cirurgião plástico &#8211; chegou a tornar-se assistente de Ivo Pitangy &#8211; que foi condenado a mais de 20 anos de prisão por homicídio, roubo de joias, de um avião e tráfico de drogas. O livro traz 23 contos, e uma descrição do massacre do Carandiru, ocorrido em 1992, em São Paulo. Por meio do relato de um dos sobreviventes que presenciou o massacre de 111 presos (segundo informações oficiais), reconstitui a tragédia.</span></span><span style="color: #ff0000;"> </span><span style="color: #ff0000;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><em><strong>CARANDIRU 111<br />
</strong></em><span style="color: #c0c0c0;"><strong><em>Autor: Doug Casarin<br />
Ano Edição: 2003<br />
Qte. de páginas: 156</em><br />
</strong></span></span>É natural que uma certa ansiedade domine quem vê estas fotos de Doug Casarin. Seu tema ultrapassa a tragédia de 2 de outubro de 1992, quando 111 homens morreram em condições aqui narradas por um sobrevivente. O tema é o presídio em si, suas grades, a sombra das grades, suas paredes e os grafites nelas, os amontoados de papel higiênico sobre a caixa &#8220;Vida&#8221;, os retratos de mulheres nuas, as portas com fendas a sugerir jaulas humanas e muito mais.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><em><strong>SOBREVIVENTE ANDRE DU RAP &#8211; DO MASSACRE DO CARANDIRU<br />
</strong><span style="color: #c0c0c0;"><strong>Autor: Bruno Zeni<br />
Editora: Labortexto<br />
Ano edição: 2002<br />
Qde. de páginas: 225</strong></span></em></span><br />
O primeiro relato sobre o massacre do Carandiru feito em livro por um dos detentos que presenciaram e sofreram a ação policial. Condenado a doze anos de prisão por homicídio, André ficou quase uma década atrás das grades. Passou por diversas instituições penais da cidade de São Paulo e do interior do estado, mas viveu principalmente no Carandiru. Faz um depoimento do cotidiano do presídio, hoje desativado.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><em><strong>AQUI DENTRO PÁGINAS DE UMA MEMÓRIA; CARANDIRU<br />
</strong></em><span style="color: #c0c0c0;"><em><strong>Autor: BISILLIAT, MAUREEN; BISILLIAT, SOPHIA; CARAMANTE, ANDRÉ; WAINER, JOÃO<br />
</strong></em></span></span><em><span style="color: #c0c0c0;"><strong>Editora: EDITORA DE CULTURA<br />
Ano edição: 2003<br />
Pág. 260</strong><br />
</span>Aqui dentro &#8211; Páginas de uma Memória; Carandiru</em>, é um livro editado por Maureen Bisilliat a partir de uma coletânea de depoimentos gravados, de abril de 2001 a dezembro de 2002, na Casa de Detenção Professor Flamínio Fávero, por Sophia Bisilliat e André Caramante, com fotografias de João Wainer e Pedro Lobo. O livro apresenta narrações espontâneas, entrevistas registradas com presos, funcionários e diretores da Casa de Detenção. Falam de solidão, saúde, lealdade, família, amizade e amor, da estética da sobrevivência, da morosidade da justiça, e do peso da palavra na prisão.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong><em>DIÁRIO DE UM DETENTO : O LIVRO<br />
</em></strong><span style="color: #c0c0c0;"><em>Autor: JOCENIR<br />
Editora: LABORTEXTO<br />
Ano Edição: 2001<br />
Qtde. Páginas: 184</em></span></span><br />
Com apresentação de Dráuzio Varella (autor de <em>Estação Carandiru</em>, que conheceu Jocenir na Casa de Detenção, a obra revela a dureza do cárcere por alguém que vivenciou a experiência. No livro Jocenir conta sua passagem por presídios e cadeias de São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"> </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>AdrenaCine na Virada Esportiva 2009</title>
		<link>http://noiz.com.br/2009/09/18/adrenacine-na-virada-esportiva-2009/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 20:42:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Recomendamos]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Carolina Mello

A multiplicidade do universo dos skatistas e ciclistas é o tema da mostra de cinema AdrenaCine, que acontece neste sábado, 19 de setembro, durante a Virada Esportiva 2009 em São Paulo.
Com o intuito de aliar esporte e cultura, o evento abre espaço para a constante e intensa produção de vídeos e filmes sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Por Carolina Mello</em></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/09/iue1DB4.tmp.jpg"><img class="size-full wp-image-1352   aligncenter" title="iue1DB4.tmp" src="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/09/iue1DB4.tmp.jpg" alt="iue1DB4.tmp" width="498" height="401" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A multiplicidade do universo dos skatistas e ciclistas é o tema da mostra de cinema AdrenaCine, que acontece neste sábado, 19 de setembro, durante a Virada Esportiva 2009 em São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o intuito de aliar esporte e cultura, o evento abre espaço para a constante e intensa produção de vídeos e filmes sobre os esportes urbanos e radicais que, em sua maior parte, é restrita aos DVDs e à internet.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de trazer grandes produções repletas de manobras, a AdrenaCine trata também da relação que esses esportes têm com o cotidiano das pessoas e das cidades. As exibições vão desde os curtas “Skate or Die”, sobre o amor por andar de skate em São Paulo, e “Cinema Maldito”, filmado dentro de um shopping center abandonado em São Bernardo do Campo, até “Nothing But The Truth”, com roteiro e direção dos skatistas do time da Nike (Nike SB Team).</p>
<p style="text-align: justify;">A questão ambiental é outro ponto a ser abordado. Em um planeta cada vez mais sedento por soluções nesse âmbito, os meios de transporte não poluentes tomam um caráter muito maior do que o meramente esportivo. O movimento ciclista será retratado nos documentários “Still We Ride”, que relata as articulações do movimento ciclista, e “B.I.K.E.”, sobre as gangues de duas rodas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para finalizar, na sessão competitiva, AdreNaHora, o público será transformado em realizador do evento. Produções independentes de até 5 minutos, levadas pelos próprios participantes, serão selecionadas e projetadas na tela do cinema. (Os vídeos devem ser entregues até as 20:00 horas. Mais informações <a href="http://adrenacine.wordpress.com/2009/09/11/adrenahora/" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a>)</p>
<p>Esta também será uma oportunidade para entrar em contato com o trabalho da ONG Skate Solidário, que coletará doações de skates e materiais esportivos usados para os projetos “Skate na Escola” e “Skate em Ação”.</p>
<p style="text-align: justify;">A AdrenaCine será realizada no lendário Cine Dom José, marcando o retorno da Cinelândia Paulista.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>SERVIÇO NOIZ<br />
Onde: Cine Dom José – Rua Dom José de Barros, 306 (ao lado da Galeria Olido)<br />
Quando: Sábado, 19 de setembro, a partir das 18h<br />
Quanto: R$ 2 (destinados à ONG Skate Solidário e à revitalização do cinema)</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://adrenacine.wordpress.com/"><strong>AdrenaCINE</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.stillweridethemovie.com/"><strong>Still We Ride</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.bike-films.com/"><strong>B.I.K.E.</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://adrenacine.wordpress.com/2009/09/11/adrenahora/"><strong>AdreNaHora</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="FONT-FAMILY: 'Times New Roman','serif'; FONT-SIZE: 12pt"><a href="http://www.skatesolidario.org.br/"><strong>ONG Skate Solidário</strong> </a></span></p>
]]></content:encoded>
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