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	<title>Noiz &#187; música</title>
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	<description>Noiz Cultura Urbana</description>
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		<title>Vida longa ao vinil</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 16:41:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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		<description><![CDATA[Leia entrevista com dono da Polysom, fábrica de vinil]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong>Por Daniel Tamenpi</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Quando a notícia de que a Polysom, única fábrica de vinil no Brasil, iria fechar, uma decepção muito grande começou a tomar o país. Na última década, grande parte da produção da fábrica era voltada para o rap brasileiro e a cultura DJ. Com a ameaça, muita gente se mobilizou para que o fechamento fosse impedido, com propostas de tombamento pelo patrimônio histórico, mobilização do então Ministro da Cultura Gilberto Gil, mas o fim parecia próximo.</p>
<p style="text-align: justify;">A realidade é que de alguns anos pra cá, o disco de vinil, que era considerado morto no mercado no fim dos anos 90, vem retomando sua força. Em pesquisas feitas nos Estados Unidos, em 2008, a venda das bolachas cresceu 89%, chegando a quase dois milhões de cópias. Ao mesmo tempo, outras mídias como o cd, mp3, ringtones tiveram queda de 14% nas vendas. E 2009 promete ultrapassar 2008 tanto nas vendas dos vinis, quantos nas quedas de cds e “genéricos”. Além disso, muitos artistas americanos lançam seus produtos também com prensagem em vinil.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, o mercado começa a dar sinais positivos. Grupos como Skank e cantores como Lenine lançaram seus últimos discos em vinil e tivemos diversos relançamentos em LP, como o histórico “Da Lama Ao Caos”, do Chico Science &amp; Nação Zumbi, e os primeiros de João Bosco e Vinícius Cantuária pela Sony/BMG.  A Sony/BMG promete ainda relançar muitos títulos de seu catalogo nesse formato.</p>
<p style="text-align: justify;">Com todos esses fatores e estatísticas positivas, o fechamento da Polysom era algo irracional até para o mercado atual. Pensando nisso e com boas intenções, o presidente da gravadora Deckdisc, João Augusto, comprou a fábrica, reformou e atualizou suas máquinas e já está em período de testes do produto para reabri-la com pensamento de gigante.  Em breve entrevista com o novo dono, o site<strong> NOIZ</strong> mostra agora o que nos espera no futuro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NOIZ ::: Por que só deram atenção a Polysom quando ela fechou as portas?</strong><br />
<strong>João Augusto ::: </strong>A Deckdisc era cliente da Polysom e sentimos sua falta quando fechou. Quando tivemos a oportunidade de reabri-la, não titubeamos.<br />
<strong><br />
NOIZ ::: Você como sócio de um selo, qual foi à visão ao comprar uma fábrica de vinil?<br />
</strong><strong>J.A. :::</strong> Simplesmente, manter a fabricação de vinil ativa no Brasil e América do Sul. Encomendar discos no exterior é mais caro e tem muito mais riscos com relação ao controle de qualidade.<br />
<strong><br />
<strong>NOIZ ::: </strong></strong><strong>Por que você acha que os jovens têm se interessado cada vez mais pelo consumo de um produto que já era descartado no mercado há mais de uma década?<br />
J.A. ::: </strong>Porque vinil não é apenas algo nostálgico, mas sim um formato muito interessante de se transportar música. Vinil é uma experiência tátil, visual e auditiva.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><strong>NOIZ ::: </strong>Li que no último ano a venda de vinil aumentou mais de 100% nos Estados Unidos. Enquanto a venda de cd’s caiu muito. A que você acha que se deve esse fato?<br />
J.A. :: </strong>As proporções são bem diversas. O mercado cresceu para vinil nos EUA, mas a quantidade total não chega a 10% das vendas de CDs.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><strong>NOIZ ::: </strong>Qual será o vínculo da Deckdisc com a Polysom? Os artistas do selo terão algum privilégio?<br />
J.A. :::</strong> Nenhum vínculo. A Deckdisc será cliente da Polysom, sem quaisquer privilégios.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NOIZ ::: Eu, como dj e aficionado em vinil, sofro muito com os preços do vinil importado devido aos impostos. Essa já é uma questão antiga, mas porque você acha que não liberam as taxas sobre o vinil no Brasil?<br />
J.A. :::</strong> Há algumas coisas em andamento, mas é importante que alguma redução aconteça, porque a carga tributária incidirá em torno de 65% sobre o nosso preço e isso continua encarecendo o vinil.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NOIZ ::: O vinil nacional sempre foi de qualidade sonora muito inferior ao americano e europeu. O produto da Polysom será de qualidade equivalente aos gringos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>J.A. ::: </strong>Estamos trabalhando para termos vinis melhores e pelas pesquisas e visitas que fizemos a outras fábricas no mundo, pelas instalações que estamos fazendo, eu acho que brevemente poderemos anunciar que conseguimos. Mas isso ainda é prematuro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NOIZ ::: Falando em preço. Quanto você acha que será o valor final do produto?<br />
J.A. ::: </strong>Não temos ainda uma idéia, mas será mais barato que o importado e bem mais caro do que gostaríamos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NOIZ ::: Qual será a maior demanda da Polysom. Artistas independentes ou de majors?</strong><strong><br />
J.A. ::: </strong>Acreditamos que os independentes estarão muito atuantes e que as majors fabriquem maiores quantidades de cada título.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NOIZ ::: Para a Deckdisc. Qual o futuro da música, fisicamente falando?<br />
J.A. ::: </strong>Acreditamos que vários formatos irão conviver, com números de venda bem menores do que no passado.<br />
<strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Siga a Polysom no Twitter: <span style="color: #ff0000;"><a href="http://www.twitter.com/polysom" target="_blank">@polysom</a></span></strong></p>
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		<title>O caminho das pedras de Daniel Tamenpi</title>
		<link>http://noiz.com.br/2009/12/11/o-caminho-das-pedras-de-daniel-tamenpi/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 19:58:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele Coutinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[cultura livre]]></category>
		<category><![CDATA[dj daniel tamenpi]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[só pedrada musical]]></category>

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Não lembro ao certo quando conheci o blog Só Pedrada Musical, mas sei o tamanho do encantamento que me causou a quantidade de discos nacionais e gringos organizados com suas capas, nomes das faixas e todas as informações de cada álbum de maneira impecável e disponíveis para eu baixar. Tempos depois, comecei trocar informações sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Não lembro ao certo quando conheci o blog Só Pedrada Musical, mas sei o tamanho do encantamento que me causou a quantidade de discos nacionais e gringos organizados com suas capas, nomes das faixas e todas as informações de cada álbum de maneira impecável e disponíveis para eu baixar. Tempos depois, comecei trocar informações sobre música com Daniel Tamenpi, o DJ de 28 anos, que logo veio do Rio de Janeiro para São Paulo estudar no <a href="http://www.iav.com.br" target="_blank"><strong>IAV</strong></a> (Instituto de Áudio e Vídeo). Depois de aulas virtuais de música, conheci o DJ e tive o prazer de vê-lo em ação algumas vezes, na primeira vez, na festa Chocolate (Clash Club, Barra Funda, toda terça-feira).</p>
<p style="text-align: justify;">Convidei Daniel para entrevistar o dono da Polyson em uma colaboração para este site e agora, escrevo um pouco sobre o Só Pedrada, obra de Daniel que compila e nos presenteia com o filé na música mundial e que está em uma nova e importante fase, desafiando regras do mercado musical que, dependendo do olhar, já não faz sentido.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde 2006 o Só Pedrada Musical, ex-blog e agora site, de Daniel Tamenpi, existe e faz a alegria de muitos amantes da música &#8211; de vários estilos, principalmente o rap, soul e funk. O DJ, inspirado principalmente no blog SaravaClub, que o apresentou muita coisa boa, foi motivado também pelos pedidos dos amigos, que iam sempre à sua casa gravar cds. &#8220;Como faltava tempo pra isso, resolvi criar o blog e falar: &#8216;Pô.. vai lá no blog e baixa os discos&#8217;. Facilitava a minha vida e a deles. Essa coisa de pesquisa musical faz parte da minha vida desde sempre. E meus amigos se aproveitam desde sempre também, hehehe&#8221;, comenta com bom humor Tamenpi, que jamais imaginou como tanta gente ficaria feliz com sua criação.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_2429" class="wp-caption aligncenter" style="width: 655px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/12/d_tamenpi_2.jpg"><img class="size-full wp-image-2429  " title="d_tamenpi_2" src="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/12/d_tamenpi_2.jpg" alt="DJ Daniel Tamenpi em ação   Foto: Divulgação" width="645" height="484" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">DJ Daniel Tamenpi em ação Foto: Divulgação</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">&#8220;É um prazer muito grande&#8221;, diz o DJ. Mas, com tantos acessos, a responsabilidade aumenta, e o amor também. &#8220;Eu fiquei anos sem ter idéia de quantas pessoas entravam, sabia que era bastante pela quantidade de downloads no Rapidshare. Mas foi quando me mudei pra São Paulo, há pouco mais de um ano que percebi que não eram apenas meus amigos, e sim muita gente, de todos os lugares&#8221;. Foi nessa época que Daniel cadastrou o blog no Google Analytics (programa do google que faz um relatório completo de acessos aos sites, detalhando horário, de onde vêm os acessos etc. O serviço é gratuito e recomendado pelo site NOIZ). &#8220;Tomei um susto. Era uma média de 2 mil pessoas entrando no blog diariamente&#8221;, diz.</p>
<p>Com tantos acessos aos downloads gratuitos de músicas, começaram as ameaças do Blogger, onde o Só Pedrada estava cadastrado. Daniel foi rápido, fez um e-mail para cadastro dos usuários (que funciona até hoje: <a href="mailto:sopedrada@gmail.com">sopedrada@gmail.com</a>), e começou recebendo dezenas de mails diários agradecendo, alguns até emocionados. &#8220;Isso me deu força e vontade pra seguir com o trabalho da forma que for possível, pois vi que não estou sozinho. Quando o blog caiu, a quantidade de gente que se ofereceu pra ajudar, fazer um site, dicas de como driblar o DMCA (Digital Millennium Copyright Act), me impressionou&#8221;, conta Tamenpi. &#8220;Tenho muito a agradecer a todos. Sem palavras mesmo! Agradecimento especial ao Atimoda, que fez o site na maior disposição e prazer&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, o Só Pedrada Musical entra em uma nova fase e os desafios a respeito dos direitos autorais para compartilhamento de música continuam. &#8220;É uma situação muito complicada, pois estão todos perdidos. Estamos passando por um momento de mudanças na indústria fonográfica que ninguém sabe bem o que fazer. Eu não quero prejudicar ninguém. Não ganho nada com o blog, só o prazer de espalhar música boa pra quem estiver interessado&#8221;, defende-se Daniel.</p>
<p style="text-align: justify;">As atualizações do blog são muito frequentes e no conteúdo, muitos discos que não são lançados no Brasil. Também aparecem artistas e compilações das cenas alternativas do hip-hop, funk e soul, e muita coisa antiga, álbuns fora de catálogo. &#8220;As gravadoras daqui não estão interessadas em lançar esse tipo de som, que se preocupa com a qualidade e não com a vendagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Várias bandas entraram em contato comigo por e-mail perguntando por que o disco deles estava em download, mas, a partir do momento que expliquei a situação, que no Brasil, se não for por blogs ou por pessoas apresentando, ninguém vai saber da existência dessas cenas, em praticamente todos os casos, os próprios pediram pra deixar o disco disponível para download, pois perceberam a importância disso. Ninguém ganha com venda de cds, o cd já era, está em decadência total. As bandas ganham com shows, e pra ter shows o povo precisa conhecer os sons, e é isso que o site tenta fazer&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NOVO SITE -</strong> O site Só Pedrada Musical entra no ar com divisões em sessões. A principal é &#8220;Pedradas&#8221;, com a mesma intenção que o blog fazia: apresentar música boa de cenas alternativas. &#8220;Terão mudanças pra que não aconteça o mesmo que rolou com o blog. Não podemos cair de novo&#8221;, diz Daniel.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">&gt; ACESSE: </span></strong><a href="http://www.sopedradamusical.com/" target="_blank"><strong><span style="color: #ff0000;">Só Pedrada Musical</span></strong></a></p>
<p style="text-align: justify;">Outro atrativo será a publicação de um programa de podcast, com um apanhado geral dos sons. O site terá uma seção de mixtapes de vários estilos, com nomes nacionais e internacionais, inclusive mixtapes exclusivas e espaço pra sets gravados em festas, com uma parceria já feita com a festa Chocolate que tem em seu cast grandes nomes, além de trazer nomes de alto nível internacional. &#8220;Ainda teremos a &#8220;Agenda&#8221;, que divulgará festas que se encaixem na proposta do site&#8221;, se anima o DJ.</p>
<div id="attachment_2425" class="wp-caption aligncenter" style="width: 655px"><a href="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/12/daniel1.jpg"><img class="size-full wp-image-2425  " title="daniel1" src="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/12/daniel1.jpg" alt="Daniel Tamenpi durante Indie Hip Hop: motivos para sorrir, Só Pedrada no ar! Foto: Luciana Playmobile/siteNOIZ" width="645" height="430" /></a><p class="wp-caption-text">Daniel Tamenpi durante Indie Hip Hop: motivos para sorrir, Só Pedrada no ar! Foto: Luciana Playmobile/siteNOIZ</p></div>
<p style="text-align: justify;">
<p>Sobre as postagens antigas, o backup dos três anos de blog está bem guardado. &#8220;Ainda estou estudando como disponibilizá-lo a todos. E o site vai crescendo com o tempo. Sem limites. O principal objetivo é deixar os ouvidos de todos satisfeitos&#8221;, conclui o DJ Daniel Tamenpi.</p>
<p><strong>MOTIVAÇÃO PARA AS PEDRADAS -</strong> &#8220;A música está presente na minha vida desde sempre. Minhas primeiras lembranças têm a música envolvida. Meus pais sempre me incentivaram. Tive a sorte de estudar em um colégio que tinha aula de música desde a primeira série, e lá comecei a ter lições de piano, flauta, violão, percussão. E pegava tudo com muita facilidade&#8221;. Foi no aniversário de 10 anos que o garoto que hoje é um dos DJs consagrados da cena São Paulo &#8211; Rio de Janeiro pediu de presente aos seus pais uma bateria. &#8220;Pra espanto geral, ganhei. Era usada e nem era das melhores, mas iniciou um período de aprendizado muito grande. Toquei bateria até conhecer o rap e me apaixonar pelos toca-discos e a cultura DJ, turntablism, que tem muito a ver com a parte rítmica também&#8221;, conta.</p>
<p>A bateria foi vendida e no lugar dela, um par de toca-discos usados começou animar ainda mais a vida de Daniel. &#8220;Meti a cara e estamos aí na batalha até hoje. Música é a minha vida! Podia ter me dedicado mais aos estudos técnicos, mas ainda estou em tempo e pretendo voltar a estudar o mais breve possível&#8221;. Agora, o DJ quer comprar outra bateria e retomar essa paixão. Tamenpi é formado em jornalismo, integra um time de comunicadores apaixonados pelo Hip Hop que andam mudando aos poucos os rumos da comunicação cultural no Brasil, exatamente por viverem e respirarem isso tudo. &#8220;Formei-me  em jornalismo procurando alguma outra opção, mas não adiantou nada. Atualmente escrevo em diversos veículos, mas somente sobre música e isso me deixa muito feliz. Pretendo colaborar muito por aqui também, hein, hehehe (no NOIZ). Muito obrigado pelo espaço. O site está aí pra todos. É NOIZ nas Pedradas. Só acessar: <a href="http://www.sopedradamusical.com">http://www.sopedradamusical.com</a>&#8220;.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O site NOIZ e toda sua equipe deseja muita saúde ao Só Pedrada Musical e ao DJ Daniel Tamenpi.</p>
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		<title>Multicultural &#8211; Pentagono</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 20:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele Coutinho</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://noiz.com.br/2009/12/10/pentagono-videoclipe-multicultural/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a><br />
<span id="more-2390"></span></p>
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		<title>Pedro Gomes e um Pentagono multicultural</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 19:23:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Leia entrevista e confira o videoclipe "Multicultural"]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>por Juca Guimarães e Gisele Coutinho<br />
</em><br />
O grupo Pentagono dispensa apresentação. Os rapazes do Iporanga, zona sul de São Paulo, estão conquistando com passos largos o seu espaço no cenário do hip hop. O cineasta Pedro Gomes, para quem conhece a cena do rap nacional, também dispensaria qualquer tipo de apresentação, mas não é o caso o diretor que já tem no currículo o documentário &#8220;Freestyle: Um Estilo de Vida&#8221; e os videoclipes &#8220;O Que Tu Qué&#8221;; do Akira Presidente,  &#8220;É o Moio&#8221;; do Pentagono, entre outros, volta à cena com o lançamento do novo clipe dos meninos da sul: &#8220;Multicultural&#8221;, aqui, no site NOIZ.</p>
<div id="attachment_2400" class="wp-caption aligncenter" style="width: 660px"><a href="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/12/51.jpg"><img class="size-full wp-image-2400" title="5" src="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/12/51.jpg" alt="5" width="650" height="223" /></a><p class="wp-caption-text">Pentagono: dezembro fechado com lançamento de EP e videoclipe Foto: Rogério Fernandes/Divulgação</p></div>
<p style="text-align: justify;">Pedro, 24 anos, bateu um papo com o NOIZ para falar um pouco sobre o seu processo de criação e as suas convicções sobre a produção cinematográfica. A necessidade viceral de se comunicar e o amor pela música refletem no trabalho dedicado do diretor.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira na entrevista um pouco mais sobre as ideias do Pedro Gomes:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NOIZ: Qual a sua experiência na direção de videoclipes?</strong><br />
<strong>Pedro:</strong> O primeiro videoclipe que dirigi foi o do Akira Presidente com a música &#8220;O Que Tu Qué&#8221;. Nesse vídeo, como não tínhamos verba eu fiz tudo, desde câmera até edição. Depois recebi o convite de uma banda de rock chamada Pop Armada, foi um trabalho todo realizado em estúdio, uma experiência bem bacana e enriquecedora. E, o mais recente, foi o &#8220;É o moio&#8221; do Pentagono, onde pela primeira vez eu pude fazer tudo como queria, com relação, a equipamento e profissionais.</p>
<p><em><a href="http://noiz.com.br/2009/12/10/pedro-gomes-e-um-pentagono-multicultural/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a></em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NOIZ: Quais são os seus principais objetivos como cineasta?</strong><br />
<strong>Pedro: </strong>Tenho uma ansiedade em me expressar, elegi o audiovisual como a plataforma para suprir essa necessidade e, penso que após esse passo o outro deve ser a comunicação. Então os objetivos iniciais são sempre esses: expressar e comunicar, eu não tenho ambição de mudar nada, muito menos de conquistar algo, penso sim em realizar muito, cada vez mais. Creio que sendo esses meus objetivos o resultado será sempre positivo &#8211; isso é o que busco.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_2401" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/12/moio1.jpg"><img class="size-full wp-image-2401 " title="moio1" src="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/12/moio1.jpg" alt="Pedro Gomes durante gravação do videoclipe &quot;O Moio&quot;   Foto: Divulgação" width="480" height="360" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Pedro Gomes durante gravação do videoclipe &#8220;O Moio&#8221; Foto: Divulgação</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
NOIZ: Gravar um clipe permite para o diretor uma escolha de linguagem, ele pode seguir literalmente o que diz a letra ou então contar outra estória que se enquadre na canção. Qual foi a sua escolha para este clipe do Pentagono?<br />
Pedro: </strong>Preocupo-me muito com isso, prefiro os clipes com conteúdo, com roteiro bem definido, porém, essa linguagem não é muito bem aceita por aqui. São poucos os clipes de rap, com o mc cantando e baforando na câmera que eu gosto, imagino que nesses casos o diretor não teve trabalho algum, apenas apertou o rec e foi. Contudo, nesse trabalho, por um desejo do grupo &#8211; que depois virou meu desejo também, nós optamos em fazer o que chamamos de &#8220;clipe de rap-ão&#8221;, mesmo assim, senti a necessidade de roteirizar o vídeo. Pensei em cada plano e seu significado. A música fala sobre cidade, metrópole, cinza, transito&#8230; Eu vim, com uma fotografia mais azulada, edição frenética, ruídos na imagem, etc. (Aqui entra a viagem), imprimi no filme os adjetivos que remetem às metrópoles.</p>
<p><em><a href="http://noiz.com.br/2009/12/10/pedro-gomes-e-um-pentagono-multicultural/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a></em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NOIZ: Você acha que os clichês de clipes de rap com mulheres e carrões estão desgastados e caíram no óbvio? Qual seria o caminho alternativo para inovar na linguagem do videoclipe?<br />
Pedro: </strong>Não existe &#8220;caminho alternativo&#8221;, ao afirmar isso eu ratifico o &#8220;outro caminho&#8221;. Existem escolhas profissionais, parte delas vem do grupo e a outra parte vem do diretor do clipe. Muitas pessoas acham o Hype Willians o melhor, eu discordo completamente, quem ai já viu um clipe dele de baixo orçamento? São sempre iguais, carros, charutos, iates, biquínis, etc&#8230; Ou seja, o cara tem um mega orçamento e vem (quase) sempre com as mesmas coisas. Agora, não cabe a eu dizer nada sobre isso, o Rael diz uma parada engraçado, &#8220;não é possível que os novos mc&#8217;s façam clipes como os mais antigos, os caras deviam, enquanto criança, ver esses mcs e imaginar que esse era o caminho, porque todos os que surgem (com raras exceções) fazem os mesmo vídeos&#8221;. Penso em fazer o meu, do meu jeito, tenho vários deles (diretores gringos) como referência, mas busco internamente o que acho melhor pra cada ocasião. Tenho que respeitar a opinião do artista, mas não necessariamente aceita-la, caso essa ideia, em questão, seja negativa no meu ponto de vista, é simples&#8230; saio fora.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NOIZ: Qual o seu videoclipe de rap nacional preferido?<br />
Pedro: </strong>Tem alguns que curto muito, gosto realmente do &#8220;Namoral&#8221; do Pentagono com direção do Leonardo Carvalhosa, curto o do DBS, gosto do &#8220;Bem pior&#8221; do Xis, Mv Bill com &#8220;Soldado do morro&#8221; e, por aí vai.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_2402" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/12/nareal_peq2.jpg"><img class="size-large wp-image-2402 " title="nareal_peq2" src="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/12/nareal_peq2-1023x682.jpg" alt="Pedro Gomes: um cineasta em evolução     Foto: Divulgação" width="614" height="409" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Pedro Gomes: um cineasta em evolução Foto: Divulgação</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
NOIZ: O uso de efeitos especiais está mais acessível ou ainda só é disponível para as produções de grandes orçamentos? Tem algum efeito no clipe do Pentagono? Qual?<br />
Pedro:</strong> Tecnicamente &#8220;efeito especial&#8221; é tudo aquilo que muda a cara da cena original, ou seja, qualquer ajuste de cor, ruído, sujeira que você acrescenta à imagem, é sim um efeito especial. Com isso, nosso vídeo tem sim, efeitos e eles estão disponíveis às produções de baixo orçamento. Obviamente, tem muito recurso, muito mesmo, que ainda é outra realidade orçamentária. Trocando em miúdos, tem bastante coisa ai disponível, basta você saber usar, ter bom senso e vontade também. Ouso afirmar que a busca à simplicidade é sempre o melhor caminho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NOIZ: O Pentagono  é uma banda conhecida pela energia de palco e entrosamento dos músicos.  Essa característica também está no clipe?<br />
Pedro:</strong> Isso que as pessoas chamam de energia (nesse caso) eu chamo de personalidade + amizade, ou seja, &#8220;essa energia&#8221; sempre vai existir, até quando estamos todos sentados trocando idéia na madrugada, essa energia está ali presente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NOIZ: O lançamento do clipe com o site NOIZ é uma parceira nova. O que você acha dessa iniciativa? A internet tem uma participação importante na divulgação das bandas?<br />
Pedro: </strong>É, totalmente, perceptível o quanto a internet contribui para divulgar as coisas (boas e ruins). Um novo artista, hoje, não &#8220;nasce&#8221; sem a internet. Pode sim, um artista já conhecido lançar diversas obras fora dessa plataforma, mas uma &#8220;nova cara&#8221; precisa irremediavelmente da banda larga. Vejo com bons olhos essa parceria e também aprecio o site NOIZ, acompanho seu meteórico sucesso e, acima de tudo, respeito e apóio. Como diretor, é excelente ter meu trabalho aqui e, para o Pentagono, eu posso afirmar, que também é de muita valia esse lançamento.</p>
<p><a href="http://www.myspace.com/pedro_gomes"><strong>www.myspace.com/pedro_gomes</strong></a><strong>  </strong><a href="http://www.mentedovilao.blogspot.com"><strong>www.mentedovilao.blogspot.com</strong></a></p>
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		<title>Vinil &#8211; consumo e arte</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 22:53:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[span id=&#8221;more-2331&#8243;>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://noiz.com.br/2009/12/02/2331/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a><span id="more-2331"></span></p>
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		<title>RAPadura, a cara do Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 02:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juca Guimaraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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		<category><![CDATA[rap nordestino]]></category>
		<category><![CDATA[RAPdura]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheça o rapper nordestino e ouça seu som "Amor Popular"]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em Lagoa Seca (CE), pequeno povoado de Juazeiro do Norte, famosa por sua fé e devoção em &#8220;padim ciço&#8221;, mais da metade da população conhece de perto a realidade da privação e do sofrimento.   De acordo com dados do Mapa de Pobreza e Desigualdade dos Municípios Brasileiros, elaborado pelo IBGE em 2003, a incidência de pobreza na região é de 52,14%.</p>
<div id="attachment_2371" class="wp-caption aligncenter" style="width: 520px"><a href="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/12/KARLLYNHOS23.JPG"><img class="size-full wp-image-2371" title="KARLLYNHOS23" src="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/12/KARLLYNHOS23.JPG" alt="RAPadura no palco. Foto: Karllynhos" width="510" height="348" /></a><p class="wp-caption-text">RAPadura Xique Chico no palco. Foto: Karllynhos</p></div>
<p style="text-align: justify;">Foi nesse povoado que nasceu, em 1984, o rapper RAPadura Xique Chico e o seu som enraizado na tradicional cultura popular brasileira.   A mistura de rap com baião, como ele mesmo afirma na letra &#8220;amor popular&#8221;, veio para fazer poeira subir no meio do terreiro e  levantar defunto no meio do tumulto. O som é empolgante e com rimas que valorizam o sotaque forte do sertão. Nas letras, o rapper de 25 anos, faz referências e homenagens para os sons e os heróis sertanejos. Ciranda, repente, embolada, maracatu e baião, como numa feira, estão lado a lado de Luiz Gonzaga, Caju e Castanha, Patativa do Assaré, Januário, Heleno Ramalho, Banda de Pau e Corda, Zé do Cerrado, Chico de Assis, Quinteto Armorial entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Conhecedor dos textos de cordel, o RAPadura utiliza com maestria as palavras em rimas pesadas e inovadoras. O garoto tem música no coração, quando criança o pai músico o levava nas festas. &#8220;Ele tocava violão e eu cantava junto. Tinha forró, brega e vários outros ritmos regionais&#8221;, lembra.</p>
<div id="attachment_2373" class="wp-caption aligncenter" style="width: 584px"><a href="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/12/CAPA-FITA-EMBOLADA-DO-ENGENHO.jpg"><img class="size-large wp-image-2373" title="CAPA-FITA EMBOLADA DO ENGENHO" src="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/12/CAPA-FITA-EMBOLADA-DO-ENGENHO-1024x1022.jpg" alt="Fita Embolada do Engenho" width="574" height="572" /></a><p class="wp-caption-text">Fita Embolada do Engenho</p></div>
<p style="text-align: justify;">O ponto alto dessas festas era a parte do improviso. &#8220;Fazíamos sempre&#8221;. Nas misturas de ritmos inusitados do RAPadura, a miséria típica do dia-a-dia nordestino dá lugar a esperança. Vale à pena conferir: &#8220;Amor Popular&#8221; e &#8220;À Cidade Grande&#8221;.</p>
<p>Ouça &#8220;Amor Popular&#8221; <a href="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/12/RAPadura_Amor_Popular.mp3">RAPadura_Amor_Popular</a></p>
<p>A batalha do RAPadura para levar a carreira adiante não é fácil. Além do esforço para fazer hip hop longe dos grandes centros, o rapper também luta para tirar a &#8220;Mainha&#8221; do aluguel. &#8220;Meu grande sonho é um dia poder viver só da música&#8221;, conta. O novo trabalho do músico se chama &#8220;Fita embolada na boca do povo!&#8221; e traz a música &#8220;Norte e Nordeste&#8221;, são 04:45 min. de exaltação à cultura dos irmãos e irmãs da região mais cheia de poesia do país.</p>
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		</item>
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		<title>Anelis Assumpção no +Soma</title>
		<link>http://noiz.com.br/2009/11/30/2303/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 23:55:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele Coutinho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Anelis Assumpção]]></category>
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		<category><![CDATA[espaço +soma]]></category>
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		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[show]]></category>

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		<description><![CDATA[span id=&#8221;more-2303&#8243;>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://noiz.com.br/2009/11/30/2303/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a><span id="more-2303"></span></p>
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		<title>Busta Rhymes no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 13:42:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Beve</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
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		<description><![CDATA[Rapper se apresenta no próximo sábado em São Paulo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: center;">
<dl id="attachment_2256" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/11/busta_TishaunDawson_divulgacao.jpg"><img class="size-full wp-image-2256" title="busta_TishaunDawson_divulgacao" src="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/11/busta_TishaunDawson_divulgacao.jpg" alt="Busta Rhymes por Tishaun Dawson" width="600" height="399" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Busta Rhymes por Tishaun Dawson</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">No começo dos anos 90 eu frequentava os bailes das grandes equipes Kaskatas e Chic Show. Lembro de uma música que derrubava a casa quando tocava, era “Scenario” do A Tribe Called Quest com participação do Leaders of the New School, porém o que chamava atenção no som era um vocal gritante de sotaque jamaicano, um flow inusitado para a época. Meu amigo Herko me mostrou o videoclipe que mostrava aquela figura carismática e colorida que roubava a cena, o nome era <strong><a href="http://www.myspace.com/bustarhymes" target="_blank">Busta Rhymes</a></strong>, o ano era 1993.</p>
<p style="text-align: justify;">Passados 16 anos recebo a notícia de que ele fará show no Brasil. Muitas pessoas o conhecem pelo álbum clássico “The Coming”, que contêm os clássicos &#8220;Woo Hah!! Got You All in Check/ Everything Remains Raw&#8221; e “It´s a Party”. O que é sabido entre todos os MCs é que Busta é versátil, domina e rima encima de qualquer batida, é tido como o rapper que trabalhou em mais participações e remixes nos EUA. Basta jogar um “Feat Busta Rhymes” em qualquer ferramenta de busca que você se assusta.</p>
<p style="text-align: justify;">No DVD ao vivo, Spliff Star, o inseparável hype man ou segunda voz de Busta, torce uma camiseta encharcada de suor e diz que se você não suar então você não está trabalhando direito. Talvez ele esteja correto, pois o fato é que o Flipmode Squad é uma das famílias mais respeitadas entre tantas no hip hop gringo, tendo Busta Rhymes a frente não apenas das rimas como dos negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">Teremos o prazer de assistir um dos melhores. Demorou mas não veio tarde. Busta é um exemplo de superação pois viu várias fases do rap, vários artistas surgiram e desapareceram enquanto ele continua a nos presentear com pérolas como &#8220;Put Your Hands Where My Eyes Could See&#8221;, “Gimme Some More”, “Break Ya Neck”, “Touch it”, “New York Shit” etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Estamos vivos para conferir, graças a Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">Abaixo uma das minha preferidas, não tão conhecida, ele numa colaboração com o poderoso MOP:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=QhCNFaaTq1Q">http://www.youtube.com/watch?v=QhCNFaaTq1Q</a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em>Busta Rhymes<br />
5 de dezembro, 23h<br />
R$ 60 / R$ 100<br />
New York City Shows<br />
Rua Dona Matilde, 509, Vila Matilde, SP<br />
Mais informações: 11 2651-3952<br />
</em><a href="http://www.newyorkcityshows.com.br"><em>http://www.newyorkcityshows.com.br</em></a></p>
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		<title>Em 2010, Akira para presidente</title>
		<link>http://noiz.com.br/2009/11/19/em-2010-akira-para-presidente/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 14:45:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juca Guimaraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[akira presidente]]></category>
		<category><![CDATA[hip hop]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[rap]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[O rapper carioca Akira Presidente, 29 anos, está empolgadíssimo com as gravações do seu primeiro álbum, com previsão de lançamento para fevereiro de 2010. Serão doze faixas em um disco repleto de participações especiais. &#8220;Tenho o prazer de trabalhar com amigos talentosíssimos que estão ao meu lado desde o começo&#8221;, disse o rapper boa praça [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O rapper carioca Akira Presidente, 29 anos, está empolgadíssimo com as gravações do seu primeiro álbum, com previsão de lançamento para fevereiro de 2010. Serão doze faixas em um disco repleto de participações especiais. &#8220;Tenho o prazer de trabalhar com amigos talentosíssimos que estão ao meu lado desde o começo&#8221;, disse o rapper boa praça que não perde uma oportunidade para um bom bate papo misturando gírias paulistas e cariocas, numa síntese da linguagem dos morros e das quebradas.</p>
<p style="text-align: justify;">O público pode esperar um álbum de peso com todas as características marcantes do som cheio de flow do Akira. &#8220;Comecei fazendo freestyle. Então o meu negócio é esse rimar rápido e rimar bem&#8221;, comentou.</p>
<p style="text-align: justify;">Formado em Direito, por pouco o rapper não trocou o hip hop por uma carreira de advogado. &#8220;Fiquei um tempo trabalhando em um escritório e mantendo as correrias do rap, por isso, que eu me apresento com roupa social. Na época, era essa a minha realidade. Tinha que dar expediente nos dois&#8221;, lembrou.</p>
<p style="text-align: justify;">No Rio, o nome do Akira é muito respeitado na cena hip hop por ser um dos pioneiros nas batalhas de freestyle. &#8220;Tinha a &#8216;festa do Real&#8217; onde cada mano entrava com um real para participar da disputa. Era sinistro quem ganhava levava a bolada toda. Lembro que, na primeira vez, ganhei tudo e embolsei R$ 6,50. Depois a festa cresceu pra caramba e geral vinha abaixo com as batalhas. Foi assim que tudo começou&#8221;, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos destaques do <span style="color: #ff0000;"><strong><a href="http://noiz.com.br/2009/10/12/ginga-e-fala-giria-giria-nao-dialeto/" target="_blank">1º Festival Dialeto</a></strong></span>, que rolou no dia 10 de outubro em São Paulo, Akira tem planos ambiciosos para a sua música. Ele acredita que é preciso sacudir o cenário do hip hop para trazer um público novo.  &#8220;Quero fazer sucesso e não tenho nenhum problema de admitir isso. No hip hop tem muita gente que, por conta do radicalismo, acha que é errado querer o sucesso. Tem até vergonha de cobrar o cachê porque compromete a ideologia da música. Comigo não é assim. Quero fazer a minha, mas com a grana na mão&#8221;.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_2238" class="wp-caption aligncenter" style="width: 655px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/11/akirainterna.jpg"><img class="size-large wp-image-2238  " title="akirainterna" src="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/11/akirainterna-1024x351.jpg" alt="Akira Presidente na &quot;selva de concreto&quot;, São Paulo. Foto: Serjão Carvalho/siteNOIZ" width="645" height="221" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Akira Presidente na &#8220;selva de concreto&#8221;, São Paulo. Foto: Serjão Carvalho/siteNOIZ</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">
<p>Akira defende que o artista de rap precisa se empenhar mais para produzir um espetáculo que surpreenda o público. &#8220;Hoje num show o sujeito acaba ouvindo uma música famosa do cara, duas legais e mais seis ou sete que ele nunca ouviu. A energia do show acaba diminuindo. Eu quero algo diferente. Quero poder tocar as minhas músicas e também as músicas de quem eu admiro e que tem a ver com o meu som. Por exemplo,  no meu show eu quero tocar uma música do Emicida porque eu sei que é isso que o público quer&#8221;, avaliou.</p>
<p style="text-align: justify;">Por sinal, a preocupação do Akira com os fãs vai bem além do show de qualidade. Ele está atento às mudanças no perfil da audiência.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Infelizmente existe uma geração perdida. São jovens que não querem saber de nada. Se drogam, não respeitam ninguém e não querem saber se vão passar dos 20 anos. Não tem nenhuma preocupação. Vive o hoje e pronto&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">* Na lista de participações especiais estão: Apolo, Marechal, Max B.O, Msario, Sain, Aori, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">* O apelido Akira Presidente é nome composto e pomposo. A origem é a seguinte: O garoto era muito fã de um anime japonês chamado Akira, que fez muito sucesso no Brasil no início dos anos 90. Depois virou até longa de animação. &#8220;O presidente vem do meu jeito de querer sempre ajudar as pessoas e saber se elas estão bem. Então eu sempre era o presidente do bonde&#8221;, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Visite o myspace de Akira Presidente: www.myspace.com/akirapresidente</p>
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		<title>NAVE, zica da base, em São Paulo</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 05:14:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele Coutinho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Confira entrevista com o produtor feita no CEU Jabaquara]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://noiz.com.br/2009/11/16/2204/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a><span id="more-2204"></span></p>
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