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	<title>Noiz &#187; produção</title>
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	<description>Noiz Cultura Urbana</description>
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		<title>Vida longa ao vinil</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 16:41:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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		<description><![CDATA[Leia entrevista com dono da Polysom, fábrica de vinil]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong>Por Daniel Tamenpi</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Quando a notícia de que a Polysom, única fábrica de vinil no Brasil, iria fechar, uma decepção muito grande começou a tomar o país. Na última década, grande parte da produção da fábrica era voltada para o rap brasileiro e a cultura DJ. Com a ameaça, muita gente se mobilizou para que o fechamento fosse impedido, com propostas de tombamento pelo patrimônio histórico, mobilização do então Ministro da Cultura Gilberto Gil, mas o fim parecia próximo.</p>
<p style="text-align: justify;">A realidade é que de alguns anos pra cá, o disco de vinil, que era considerado morto no mercado no fim dos anos 90, vem retomando sua força. Em pesquisas feitas nos Estados Unidos, em 2008, a venda das bolachas cresceu 89%, chegando a quase dois milhões de cópias. Ao mesmo tempo, outras mídias como o cd, mp3, ringtones tiveram queda de 14% nas vendas. E 2009 promete ultrapassar 2008 tanto nas vendas dos vinis, quantos nas quedas de cds e “genéricos”. Além disso, muitos artistas americanos lançam seus produtos também com prensagem em vinil.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, o mercado começa a dar sinais positivos. Grupos como Skank e cantores como Lenine lançaram seus últimos discos em vinil e tivemos diversos relançamentos em LP, como o histórico “Da Lama Ao Caos”, do Chico Science &amp; Nação Zumbi, e os primeiros de João Bosco e Vinícius Cantuária pela Sony/BMG.  A Sony/BMG promete ainda relançar muitos títulos de seu catalogo nesse formato.</p>
<p style="text-align: justify;">Com todos esses fatores e estatísticas positivas, o fechamento da Polysom era algo irracional até para o mercado atual. Pensando nisso e com boas intenções, o presidente da gravadora Deckdisc, João Augusto, comprou a fábrica, reformou e atualizou suas máquinas e já está em período de testes do produto para reabri-la com pensamento de gigante.  Em breve entrevista com o novo dono, o site<strong> NOIZ</strong> mostra agora o que nos espera no futuro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NOIZ ::: Por que só deram atenção a Polysom quando ela fechou as portas?</strong><br />
<strong>João Augusto ::: </strong>A Deckdisc era cliente da Polysom e sentimos sua falta quando fechou. Quando tivemos a oportunidade de reabri-la, não titubeamos.<br />
<strong><br />
NOIZ ::: Você como sócio de um selo, qual foi à visão ao comprar uma fábrica de vinil?<br />
</strong><strong>J.A. :::</strong> Simplesmente, manter a fabricação de vinil ativa no Brasil e América do Sul. Encomendar discos no exterior é mais caro e tem muito mais riscos com relação ao controle de qualidade.<br />
<strong><br />
<strong>NOIZ ::: </strong></strong><strong>Por que você acha que os jovens têm se interessado cada vez mais pelo consumo de um produto que já era descartado no mercado há mais de uma década?<br />
J.A. ::: </strong>Porque vinil não é apenas algo nostálgico, mas sim um formato muito interessante de se transportar música. Vinil é uma experiência tátil, visual e auditiva.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><strong>NOIZ ::: </strong>Li que no último ano a venda de vinil aumentou mais de 100% nos Estados Unidos. Enquanto a venda de cd’s caiu muito. A que você acha que se deve esse fato?<br />
J.A. :: </strong>As proporções são bem diversas. O mercado cresceu para vinil nos EUA, mas a quantidade total não chega a 10% das vendas de CDs.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><strong>NOIZ ::: </strong>Qual será o vínculo da Deckdisc com a Polysom? Os artistas do selo terão algum privilégio?<br />
J.A. :::</strong> Nenhum vínculo. A Deckdisc será cliente da Polysom, sem quaisquer privilégios.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NOIZ ::: Eu, como dj e aficionado em vinil, sofro muito com os preços do vinil importado devido aos impostos. Essa já é uma questão antiga, mas porque você acha que não liberam as taxas sobre o vinil no Brasil?<br />
J.A. :::</strong> Há algumas coisas em andamento, mas é importante que alguma redução aconteça, porque a carga tributária incidirá em torno de 65% sobre o nosso preço e isso continua encarecendo o vinil.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NOIZ ::: O vinil nacional sempre foi de qualidade sonora muito inferior ao americano e europeu. O produto da Polysom será de qualidade equivalente aos gringos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>J.A. ::: </strong>Estamos trabalhando para termos vinis melhores e pelas pesquisas e visitas que fizemos a outras fábricas no mundo, pelas instalações que estamos fazendo, eu acho que brevemente poderemos anunciar que conseguimos. Mas isso ainda é prematuro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NOIZ ::: Falando em preço. Quanto você acha que será o valor final do produto?<br />
J.A. ::: </strong>Não temos ainda uma idéia, mas será mais barato que o importado e bem mais caro do que gostaríamos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NOIZ ::: Qual será a maior demanda da Polysom. Artistas independentes ou de majors?</strong><strong><br />
J.A. ::: </strong>Acreditamos que os independentes estarão muito atuantes e que as majors fabriquem maiores quantidades de cada título.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NOIZ ::: Para a Deckdisc. Qual o futuro da música, fisicamente falando?<br />
J.A. ::: </strong>Acreditamos que vários formatos irão conviver, com números de venda bem menores do que no passado.<br />
<strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Siga a Polysom no Twitter: <span style="color: #ff0000;"><a href="http://www.twitter.com/polysom" target="_blank">@polysom</a></span></strong></p>
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		<title>NOIZ apresenta: NAVE, &#8220;Zica da Base&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 03:58:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Gisele Coutinho e Luciana Playmobile

Você pode não estar ligado ao mundo do rap, você pode não estar atento às produções musicais ou instrumentais de músicas que chegam à sua casa pelas ondas do rádio ou nas músicas que te distrai chegando pelos seus fones de ouvido entre uma estação ou outra do metrô. Mas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>por Gisele Coutinho e Luciana Playmobile<br />
</em><br />
Você pode não estar ligado ao mundo do rap, você pode não estar atento às produções musicais ou instrumentais de músicas que chegam à sua casa pelas ondas do rádio ou nas músicas que te distrai chegando pelos seus fones de ouvido entre uma estação ou outra do metrô. Mas, com certeza você já ouviu alguma base musical produzida por Vinicius Leonard Moreira. Ah, não sabe de quem estamos falando? Pois, apresentamos a vocês,<strong><span style="color: #ff0000;"> <a href="http://www.myspace.com/navebeats" target="_blank">Nave</a></span></strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Aos 9 anos ele ouviu pela primeira vez um rap nacional. O garoto que nasceu em Joinville (SC) e que ficou louco ao som de &#8220;Voz Ativa&#8221;, dos Racionais MCs, não entendia muito bem o que era aquilo, mas foi nesse momento que começou a gostar de rap. Anos depois, surgiu o interesse pela produção musical. Hoje, aos 26 anos, ele explica: &#8220;O interesse veio mesmo depois do &#8220;Eu Tiro Onda&#8221; do D2, nesse disco as letras faziam muita referência à MPC e à SP (baterias eletrônicas), isso de certa forma despertou uma curiosidade em mim, hoje vejo que esse álbum foi crucial pra minha carreira&#8221;, explica Nave, bem conhecido pelas batidas que já produziu para Marcelo D2, e, não menos conhecido por trabalhos que fez para o rapper Kamau (&#8221;Equilíbrio&#8221;, &#8220;Homens Trabalhando&#8221; e &#8220;Resistência&#8221; são de Nave, e &#8220;Sabadão (os embalos de&#8230;)&#8221; é dele com co-produção do próprio Kamau) e por último para Emicida (somente na mixtape de Emicida, Nave produziu as músicas &#8220;E.M.I.C.I.D.A.&#8221;, &#8220;Fica Mais Um Pouco Amor&#8221;, &#8220;Preciso&#8221; e &#8220;Ooorra&#8221;).</p>
<p style="text-align: justify;">O apelido que inspirou a arte do flyer para o evento NOIZ Apresenta: NAVE, Zica da Base, que acontece no CEU Caminho do Mar (Jabaquara) no próximo sábado, dia 24 de outubro, surgiu da citação que Emicida faz em sua música &#8220;Emicida, Nave, zica da rima, zica da base, os outro é tipo aquaplay, divertido, mas não passa de fase&#8221;. Marcelo Lima, designer gráfico, foi contratado pelo NOIZ para fazer o flyer e fala da sua inspiração: &#8220;O Nave acima de tudo é um produtor musical, porém vai falar sobre produção musical voltada pro rap que é o que ele faz. Eu pensei num modo de retratar o rap no flyer sem precisar escrever que o Nave é um produtor de rap. Uma corrente no mais estilo rap com um trecho da música do Emicida em que ele cita o produtor foi a maneira encontrada e o resultado foi gratificante, é fácil olhar para o flyer e perceber do que se trata&#8221;, explica Marcelo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/10/internet1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1934" title="internet" src="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/10/internet1.jpg" alt="internet" width="560" height="407" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Nave vai colhendo os frutos a todo momento e o reconhecimento pelo trabalho feito com dedicação (que vai além do talento) está aí. &#8220;Um momento que me marcou muito foi quando o D2 me ligou de um estúdio em Los Angeles dizendo que tinha acabado de gravar com o Chali Tuna e o Cut Chemist num beat meu, nesse dia eu fiquei bastante emocionado, em todos os sentidos&#8221;, conta o produtor, que está concorrendo ao Grammy Latino deste ano, pois assina a batida de “Desabafo”, de Marcelo D2.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira algumas perguntas feitas por Luciana Playmobile, também produtora, ao Nave e compareçam ao evento promovido pelo NOIZ.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NOIZ ::: Dos sons que você  produziu, qual seriam os três que você mais gostou?<br />
NAVE ::: </strong>Difícil escolher três, mas gosto muito “E.M.I.C.I.D.A”, do Emicida, “Sabadão”, do Kamau e “Lapa” , do D2 com o Aori e Marechal.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NOIZ ::: Qual som você gostaria de ter produzido?<br />
NAVE ::: </strong>São vários, mas dá pra citar alguns: “De La Soul – Shopping Bags”  beat do MadLib, e duas produções recentes do Dj Khalil, “Drake – Fear” e  “Clipse – Kinda of a Big Deal”, são sons que eu gostaria de ter feito.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NOIZ ::: O que você mais gosta de escutar para produzir?<br />
NAVE ::: </strong>Tudo que considero boa música, mas isso varia dependendo da vibe do dia, do meu humor, sempre tenho um som ou artista pra cada estado de espírito.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NOIZ ::: Quem são suas maiores influências?<br />
</strong>NAVE ::: Hi-Tek, J-Dilla, Premier, The Soulquarians, Stevie Wonder, Max De Castro…</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NOIZ ::: </strong><strong>Você tinha um trabalho fixo e &#8220;comum&#8221; como maioria dos brasileiros. Como foi tomar a iniciativa de deixar essa rotina de lado para se dedicar aos beats?</strong><br />
NAVE ::: Não foi fácil, porque todo mundo sabe que viver da rap no Brasil é correr “riscos”,  é apostar em algo que nem sempre vai te dar um retorno financeiro certo, resumindo, a parada não tem salário.  No meu caso tive que pensar em todos os prós e contras, principalmente porque tenho uma família pra cuidar. Mas todo esse lance de trampar com o D2 e por consequência conseguir emplacar um hit em rádio e televisão, foi decisivo  para eu optar  por esse caminho. Pensei comigo mesmo que era uma oportunidade que a vida estava me dando para viver do que amo.  Foi assim,  pedi as contas sem aviso prévio e  me joguei de cabeça, pronto pra arcar com as consequências.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NOIZ ::: </strong><strong>Sobre o beat de &#8220;Desabafo&#8221;, que é um sucesso do disco do Marcelo D2 e que te rendeu recentemente uma indicação ao Grammy: Como foi o processo de produção desse som? Você já tinha feito esse beat e mostrou pro Marcelo, ou foi feito exclusivamente para ele?</strong><br />
NAVE ::: Muita gente acha que sampleei o som do disco da Claudia, de 1973, na verdade tirei de uma coletânea de música brasileira da Blue Note, “Blue Brazil Vol.3”, achei o CD num sebo e quando ouvi a “Deixa Eu Dizer” já sabia o que ia fazer. Fiz o beat sem pensar em ninguém, mas quando terminei, o D2 foi a primeira pessoa que me veio na mente, principalmente porque eu tinha acabado de fazer o “Meu Samba é Assim”. O beat quase entrou nesse CD, mas foi melhor que não entrou (risos).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><strong>NOIZ ::: </strong>Como está sendo a preparação do próximo disco do Savave? Já existe uma previsão de lançamento, vocês vão prensar, ou lançar pela internet&#8230;</strong><br />
Começamos a gravar no final de julho. Com a gente na produção tem Renam Samam, Cabes, Thew Franklim, Dario e Munhoz, há outros beatmakers envolvidos no processo, porém,  não estão 100% certos no álbum, estamos tentando não precipitar nada para que saia da melhor maneira possível.  Provavelmente vamos lançar um single na internet até o final deste ano. Estamos prevendo o CD para  depois do carnaval, março ou abril.</p>
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		<title>Dedicação e talento: DJ Nato_PK</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 08:46:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Playmobile</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Confira o trabalho do beatmaker]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span id="more-630"></span><br />
<a href="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/08/Player-BABY-COME-BACK-Beat-Djnato_pk.mp3">Player_BABY_COME_BACK_Djnato_pk</a></p>
<p>DJ, produtor e arte-educador. Este é DJ Nato_PK, que conscilia a música com o trabalho de metrologista (na área do controle de qualidade). Com tantas tarefas, fica difícil conseguir horas vagas. &#8220;O tempo que tenho em casa, que seria &#8216;vago&#8217; tenho que dividir entre produzir, gravar, editar vídeos, dedicar um tempo pra noiva e também para os meus filhos, Lucas, Ana Giulia e Kauã.&#8221; Então, por aí já deu pra perceber o quanto é corrida a vida de Renato Gomes dos Santos, mais conhecido como<strong> DJ Nato_PK.</strong></p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><strong><a href="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/08/nato-02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-652" style="margin: 5px;" title="DJ Nato_Pk/Foto: Arquivo pessoal" src="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/08/nato-02.jpg" alt="Dj Nato discotecando/ Foto: Arquivo pessoal" width="409" height="272" /></a></strong></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><strong><br />
</strong>Nascido em Santo André, ele se mudou para São Mateus, Zona Leste de São Paulo, onde vive até hoje. Com 28 anos, já trilhou um longo caminho. Seu primeiro contato com os toca-discos foi em 1996, observando outros amigos Djs e assistindo videos do DMC (competição mundial de turntablism &#8211; performances de DJs), e como a maioria dos iniciantes, começou  a treinar nos fundos de casa e tocar em festinhas de amigos. Sua maior projeção como DJ foi com o grupo Polemikaos (de onde vem o ‘PK’), criado em 1997, e que se apresentou em casas de renome na baixada santista e no interior de São Paulo. Já tocou com nomes conhecidos, como Lurdez da Luz (Mamelo Sound System), Rappin Hood e chegou a participar de programas de TV como o Yo! MTV.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Em paralelo as atividades de DJ e produtor, Nato atua como arte-educador, ministrando oficinas e workshops de discotecagem, introduzindo a cultura Hip-Hop e a arte do DJ nas comunidades, para crianças e adolescentes e até adultos. Já ministrou workshops em parceria com os MC´s Enézimo e Arnaldo Tifu (rappers de São Paulo) no projeto TIM Música que levou um pouco da cultura para crianças entre 9 e 12 anos. Isso entre várias outras colaborações.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Em agosto de 2007 após 2 anos de trabalho em estúdio, Nato lançou seu primeiro disco solo, uma mix tape (compilação de músicas gravadas em CD), que tem todos os instrumentais produzidos por ele. O disco conta com a participação de vários Mc&#8217;s de peso e leva o nome do selo independente do qual faz parte:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>DJ NATO_PK APRESENTA: PAU-DE-DÁ-EM DOIDO MIX TAPE VOL. 01.<br />
</strong>Graças a boa repercussão da mix tape, ainda no final de 2007, Nato foi indicado ao Prêmio Hutúz na categoria <strong>Produtor Revelação</strong> concorrendo com nomes de peso do Hip Hop nacional. Participou do Indie Hip Hop 2007 no SESC Santo André com o show do grupo de rap do qual ele faz parte, Pau-de-dá-em-doido. E também  de um workshop sobre produção com ninguém menos que o também Dj e produtor Premier.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><a href="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/08/djnato_pk-dj-premier.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-646" style="margin: 5px;" title="Com Dj Premier, em workshop de produção/Arquivo pessoal" src="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/08/djnato_pk-dj-premier.jpg" alt="Dj Premier e Nato, em workshop de produção/Arquivo pessoal" width="415" height="311" /></a></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">E falando em produzir, taí um cara que entende. Dj Nato_pk também foi campeão da primeira batalha de beat&#8217;s realizada no Brasil em 2007: “Battle Beats Brasil”, concorrendo com vários talentosos produtores de SP e outros estados. Em 2008, foi bi-campeão da segunda edição da Battle Beats. Também em 2008, produziu e lançou seu mais novo projeto, o disco solo do MC Enézimo, sendo feito seu show de lançamento no Indie Hip Hop 2008, abrindo show para o MC de Nova Iorque, Talib Kweli. Dedicado a tudo que faz, ele foi objetivo ao citar um momento marcante no início da carreira como produtor:</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><em>&#8216;Em 2001 tive o primeiro contato com um estúdio, foi quando vi como se criava um instrumental, no estúdio do DJ Paul, do RPW. Achei aquilo mágico, pegar uma música e recriá-la, modificar tudo, fazer o novo. No rap foi um momento marcante pra mim, e dali em diante, me interesse pela arte de samplear e fazer beats.</em></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">A fase de produtor começou em 2001, produzindo alguns instrumentais no Playstation 1, brincadeira que anos mais tarde se tornou séria. Hoje utiliza os softwares mais conhecidos para suas criações, como Sound Forge, Vegas, Logic Audio e Fruity Loops 3. Hoje, ele tem seu próprio home-studio, e já assinou instrumentais de muitos discos.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">DJ Nato têm projetos em andamento: o disco solo do MC Arnaldo Tifu e o volume 2 da mixtape Pau-de-dá-em-Doido. Aliás, o beat que vocês vão ouvir hoje, faz parte do álbum de Enézimo, entitulado ‘Um Cara de Sorte”. Então, confiram a batida que DJ Nato escolheu para apresentar aqui no <strong>NOIZ:</strong> &#8220;<strong><em>Baby Come Back&#8221;</em></strong></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Quer saber as últimas novidades, agenda, videos, informações, e sons pra download?<br />
Então acesse o <a href="http://www.pau-de-da-em-doido-sa.blogspot.com"><strong><span style="color: #ff0000;">blog da PDD</span></strong></a>. Gostou dos beats, e quer conhecer, ouvir mais, negociar?<br />
Taí o <a href="http://www.myspace.com/djnatopk"><span style="color: #ff0000;"><strong>myspace</strong></span></a> do DJ Nato_Pk. <strong>Contatos para shows:</strong> Tel: (011) 9839 – 8045<br />
<strong>Email:</strong> <a href="mailto:djnatopk2007@gmail.com">djnatopk2007@gmail.com</a>. Bora!</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">
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