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	<title>Noiz &#187; rio de janeiro</title>
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	<description>Noiz Cultura Urbana</description>
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		<title>Em 2010, Akira para presidente</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 14:45:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juca Guimaraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[akira presidente]]></category>
		<category><![CDATA[hip hop]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
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		<description><![CDATA[O rapper carioca Akira Presidente, 29 anos, está empolgadíssimo com as gravações do seu primeiro álbum, com previsão de lançamento para fevereiro de 2010. Serão doze faixas em um disco repleto de participações especiais. &#8220;Tenho o prazer de trabalhar com amigos talentosíssimos que estão ao meu lado desde o começo&#8221;, disse o rapper boa praça [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O rapper carioca Akira Presidente, 29 anos, está empolgadíssimo com as gravações do seu primeiro álbum, com previsão de lançamento para fevereiro de 2010. Serão doze faixas em um disco repleto de participações especiais. &#8220;Tenho o prazer de trabalhar com amigos talentosíssimos que estão ao meu lado desde o começo&#8221;, disse o rapper boa praça que não perde uma oportunidade para um bom bate papo misturando gírias paulistas e cariocas, numa síntese da linguagem dos morros e das quebradas.</p>
<p style="text-align: justify;">O público pode esperar um álbum de peso com todas as características marcantes do som cheio de flow do Akira. &#8220;Comecei fazendo freestyle. Então o meu negócio é esse rimar rápido e rimar bem&#8221;, comentou.</p>
<p style="text-align: justify;">Formado em Direito, por pouco o rapper não trocou o hip hop por uma carreira de advogado. &#8220;Fiquei um tempo trabalhando em um escritório e mantendo as correrias do rap, por isso, que eu me apresento com roupa social. Na época, era essa a minha realidade. Tinha que dar expediente nos dois&#8221;, lembrou.</p>
<p style="text-align: justify;">No Rio, o nome do Akira é muito respeitado na cena hip hop por ser um dos pioneiros nas batalhas de freestyle. &#8220;Tinha a &#8216;festa do Real&#8217; onde cada mano entrava com um real para participar da disputa. Era sinistro quem ganhava levava a bolada toda. Lembro que, na primeira vez, ganhei tudo e embolsei R$ 6,50. Depois a festa cresceu pra caramba e geral vinha abaixo com as batalhas. Foi assim que tudo começou&#8221;, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos destaques do <span style="color: #ff0000;"><strong><a href="http://noiz.com.br/2009/10/12/ginga-e-fala-giria-giria-nao-dialeto/" target="_blank">1º Festival Dialeto</a></strong></span>, que rolou no dia 10 de outubro em São Paulo, Akira tem planos ambiciosos para a sua música. Ele acredita que é preciso sacudir o cenário do hip hop para trazer um público novo.  &#8220;Quero fazer sucesso e não tenho nenhum problema de admitir isso. No hip hop tem muita gente que, por conta do radicalismo, acha que é errado querer o sucesso. Tem até vergonha de cobrar o cachê porque compromete a ideologia da música. Comigo não é assim. Quero fazer a minha, mas com a grana na mão&#8221;.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_2238" class="wp-caption aligncenter" style="width: 655px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/11/akirainterna.jpg"><img class="size-large wp-image-2238  " title="akirainterna" src="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/11/akirainterna-1024x351.jpg" alt="Akira Presidente na &quot;selva de concreto&quot;, São Paulo. Foto: Serjão Carvalho/siteNOIZ" width="645" height="221" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Akira Presidente na &#8220;selva de concreto&#8221;, São Paulo. Foto: Serjão Carvalho/siteNOIZ</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">
<p>Akira defende que o artista de rap precisa se empenhar mais para produzir um espetáculo que surpreenda o público. &#8220;Hoje num show o sujeito acaba ouvindo uma música famosa do cara, duas legais e mais seis ou sete que ele nunca ouviu. A energia do show acaba diminuindo. Eu quero algo diferente. Quero poder tocar as minhas músicas e também as músicas de quem eu admiro e que tem a ver com o meu som. Por exemplo,  no meu show eu quero tocar uma música do Emicida porque eu sei que é isso que o público quer&#8221;, avaliou.</p>
<p style="text-align: justify;">Por sinal, a preocupação do Akira com os fãs vai bem além do show de qualidade. Ele está atento às mudanças no perfil da audiência.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Infelizmente existe uma geração perdida. São jovens que não querem saber de nada. Se drogam, não respeitam ninguém e não querem saber se vão passar dos 20 anos. Não tem nenhuma preocupação. Vive o hoje e pronto&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">* Na lista de participações especiais estão: Apolo, Marechal, Max B.O, Msario, Sain, Aori, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">* O apelido Akira Presidente é nome composto e pomposo. A origem é a seguinte: O garoto era muito fã de um anime japonês chamado Akira, que fez muito sucesso no Brasil no início dos anos 90. Depois virou até longa de animação. &#8220;O presidente vem do meu jeito de querer sempre ajudar as pessoas e saber se elas estão bem. Então eu sempre era o presidente do bonde&#8221;, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Visite o myspace de Akira Presidente: www.myspace.com/akirapresidente</p>
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		<title>Conheça o beatmaker Papatinho</title>
		<link>http://noiz.com.br/2009/09/19/conheca-o-beatmaker-papatinho/</link>
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		<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 15:28:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Playmobile</dc:creator>
				<category><![CDATA[Áudio]]></category>
		<category><![CDATA[battle beats]]></category>
		<category><![CDATA[beatmaker]]></category>
		<category><![CDATA[beats]]></category>
		<category><![CDATA[papatinho]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
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		<description><![CDATA[Papatinho_-_Me-sinto-bem
Assim como alguns produtores, o carioca Tiago Alves, de 22 anos, conhecido como Papatinho, não utiliza a versão mais atualizada do programa Fruity Loops, usado por muitos beatmakers, para produzir suas batidas por ter mais afinidade com a versão em que começou a fazer as primeiras batidas, o FL 5.
Além do Fruity Loops e Sound [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Papatinho_-_Me-sinto-bem.mp3">Papatinho_-_Me-sinto-bem</a></p>
<p style="text-align: justify;">Assim como alguns produtores, o carioca Tiago Alves, de 22 anos, conhecido como Papatinho, não utiliza a versão mais atualizada do programa Fruity Loops, usado por muitos beatmakers, para produzir suas batidas por ter mais afinidade com a versão em que começou a fazer as primeiras batidas, o FL 5.</p>
<p style="text-align: justify;">Além do Fruity Loops e Sound Forge (um dos programas usados para cortar os samples escolhidos), ele tem um Yamaha E-403 (teclado usb que também usa como controlador MIDI).</p>
<p>Morador do bairro Recreio, zona oeste do Rio de Janeiro, Papatinho começou a se interessar pelo trabalho por volta de 2006, quando formou um grupo com alguns amigos, o <a href="http://www.myspace.com/conecrewdiretoria2008"><strong>Cone Crew Diretoria.</strong></a> &#8220;Quando era menor, com 14 anos, já achava essa parada de reciclar as músicas muito maneira, me ligava mas não sabia o que era sample, nem samplear, eu só ficava imaginando como era feito, porque eu me ligava que nos raps que ouvia sempre tinha um som por trás&#8221;, conta o beatmaker.</p>
<p style="text-align: justify;">Seguindo seu fascínio, ele foi influenciado pelo amigo <a href="http://www.myspace.com/arthurmoura"><strong>Arthur Moura</strong></a> (produtor do grupo <a href="http://www.myspace.com/fluxo"><strong>Fluxo</strong></a>). Mesmo com a sinceridade de Arthur, dizendo que as primeiras batidas de Papatinho estavam muito ruins, ele não desanimou. Usou isso como base para se empenhar mais, até o dia em que enviou uma amostra ao amigo e foi muito elogiado. &#8220;Ele sempre foi muito sincero, maneiro isso. E se tava uma merda falava mesmo, até que um dia ele começou a achar pesadão&#8221;.</p>
<p>Empolgado com sua evolução, Papatinho não parou mais. Já produziu o álbum &#8220;Ataque Lírico&#8221; da Cone Crew (2006), o single &#8220;O Som do Tempo&#8221; (2007) e &#8220;Prévia do Amanhã&#8221; (2008) ambos do Fluxo, a faixa &#8220;Tô Chegando&#8221;, que faz parte da trilha sonora do filme &#8220;Momento Streetsoccer&#8221; (2007), entre outras tantas que estão por vir ainda este ano. Também foi campeão da Battle Beats Brasil RJ (competição de beatmakers) em agosto de 2008 e da batalha que aconteceu neste mês na festa B.E.A.T.S.</p>
<div id="attachment_1383" class="wp-caption aligncenter" style="width: 464px"><a href="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/09/papatinho.jpg"><img class="size-full wp-image-1383" style="margin: 5px;" title="Foto: Arquivo pessoal" src="http://noiz.com.br/wp-content/uploads/2009/09/papatinho.jpg" alt="Papatinho foi campeão da Battle Beats Rio, Agosto/2008. Na foto, com um de seus parceiros de sons, o Mc Wallace (Fluxo)" width="454" height="340" /></a><p class="wp-caption-text">Papatinho na Battle Beats Rio em Agosto/2008, com Wallace (Fluxo)</p></div>
<p style="text-align: justify;">O beatmaker ainda passou 3 meses em Vancouver, no Canadá, fazendo intercâmbio. Foi quando conheceu <a href="www.myspace.com/arowbe"><strong>Mc Arowbe</strong> </a>(Toronto), que estava a passeio pela cidade e o levou à eventos de Hip Hop e o apresentou para mais pessoas do movimento, o que lhe rendeu mais uma parceria com o <a href="http://www.myspace.com/quitenycethroughmyeyes"><strong>Mc Quite Nyce</strong></a>, do grupo <a href="http://www.myspace.com/radix"><strong>Radix.</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, Papatinho está produzindo o novo álbum da Cone Crew com lançamento previsto para o fim desse ano, também &#8220;Tudo Isso Aconteceu&#8221; com<strong> </strong><a href="http://www.myspace.com/bandidoprodigio"><strong>Gutierrez</strong><br />
</a>e vai lançar no próximo mês o single &#8220;Mágica&#8221; em parceria com <a href="http://www.myspace.com/donlivre "><strong>Don L</strong></a>, do <a href="http://www.myspace.com/costaacosta"><strong>Costa a Costa</strong>.<br />
</a><br />
O beat escolhido para ser apresentado aqui no NOIZ se chama  &#8220;Me Sinto Bem&#8221;, seguindo o nome do sample, um dos clássicos de Nina Simone &#8220;Feeling Good&#8221;. Com uma idéia de recortes diferente do que já usaram. Confira e diga ao NOIZ o que achou da batida de Papatinho.</p>
<p style="text-align: justify;">Para conhecer mais do trabalho de Papatinho, acesse:</p>
<p><a href="http://www.myspace.com/papatinho" target="_blank"><strong><span style="color: #ff0000;">http://www.myspace.com/papatinho</span></strong></a></p>
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		<title>MATE COM ANGU, um rasgo na vida cultural da Baixada Fluminense</title>
		<link>http://noiz.com.br/2009/08/06/mate-com-angu/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 02:07:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[cinema carioca]]></category>
		<category><![CDATA[mate com angu]]></category>
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		<description><![CDATA[Por João Xavi
A região da Baixada Fluminense, periferia da cidade do Rio de Janeiro, vem aos poucos reescrevendo sua própria história. Marcada pela forte presença de negros e nordestinos a Baixada foi escrita, fotografada e contada por olhos e mãos vacilantes diante de sua riqueza cultural. As representações oficiais desta terra sempre privilegiaram uma abordagem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Por João Xavi</em></p>
<p>A região da Baixada Fluminense, periferia da cidade do Rio de Janeiro, vem aos poucos reescrevendo sua própria história. Marcada pela forte presença de negros e nordestinos a Baixada foi escrita, fotografada e contada por olhos e mãos vacilantes diante de sua riqueza cultural. As representações oficiais desta terra sempre privilegiaram uma abordagem pelo viés da violência e da miséria. Pra quem a vislumbra com olhos viciados a imagem da Baixada oscila entre o espaço do vazio, onde aparentemente nada pertinente acontece e a terra da desgraça, o “lugar mais violento do mundo” como ficamos conhecidos nos anos oitenta.</p>
<p>No contra fluxo desta corrente do mal existe um sem número de corações e mentes que atuam na linha de frente do exercício de uma vida mais plena, recheada não apenas do esforço e frustração mais também de cores, arte e outras possibilidades culturais. Estas pessoas auto intitulam-se roqueiros, MC´s, palhaços, atores, capoeiristas, poetas, sambistas, artistas plásticos, funkeiros, produtores culturais, boêmios&#8230; Seres muito diferentes entre si, mas que se encontram mensalmente um espaço de convivência possível graças à pluralidade oferecida pelo Cineclube Mate com Angu. Estas pessoas não estão ligadas por bandeiras, posicionamento político ou comportamentos, elas compartilham apenas a condição de viver em uma cidade periférica e a sensação de que é preciso que algo diferente aconteça.</p>
<p>Mate com Angu, mas que nome para um cineclube! Quer entender o porquê deste nome e saber um pouco mais sobre a história do cineclube? Assista ao vídeo produzido pela galera do prêmio Cultura nota 10:</p>
<a href="http://noiz.com.br/2009/08/06/mate-com-angu/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a>
<p><strong>CINECLUBISMO &#8211; muito mais do que assistir cinema<br />
</strong>O Mate, como é carinhosamente chamado por seus fãs e freqüentadores, está na ativa há oito anos realizando exibições mensais sempre na última quarta do mês, no município de Duque de Caxias (http://pt.wikipedia.org/wiki/Duque_de_caxias) cidade que carrega o pesado título de oitava economia do país conjugado com a vergonha de exibir índices de desenvolvimento humano e qualidade de vida baixíssima.</p>
<p>Partindo do básico pro mais complexo, a proposta do cineclube é oferecer cinema gratuito e perto de casa numa região onde a maioria das pessoas está habituada apenas ao chamado “cinemão” e aos filmes medíocres que ocupam nossa TV. A possibilidade de exibir filmes que nunca seriam assistidos na mídia ou nos cinemas comerciais já é algo genial, mas parece não ser o suficiente. Além dos filmes, o Mate sempre oferece algo a mais em suas sessões: performances artísticas, exposição de fotos, um DJ ou uma banda. A sessão acaba e a magia permanece, muitas vezes invadindo madrugada à dentro e desafiando o fígado e o sono dos mais empolgados.</p>
<p>O público do Mate é realmente diversificado. Tem gente que chega religiosamente na hora, com intenção de assistir aos filmes. Outros vão chegando aos poucos, mais interessados na cerveja e na festa. O grande lance é que todos que comparecem ao cineclube são instigados a pensar cinema e cultura de forma mais plural. Este ponto de encontro de cabeças pensantes acaba viabilizando possibilidades de troca, num processo muito orgânico que gera produções próprias da galera do cineclube (Os filmes do Mate já rodaram o mundo em mostras e foram premiados em importantes festivais de cinema), e também projetos dos frequentadores como é o caso do “<a href="http://www.youtube.com/angutv" target="_blank"><strong>Angu TV</strong></a>” uma instigante experiência de comunicação popular nascida sob a égide do Mate, mas que desde o berço trilha seus próprios caminhos com personalidade própria.</p>
<p><strong>Olha o menino&#8230;</strong> &#8211; Inspirado nas palavras do sábio Jorge Ben a galera do Mate com Angu decidiu encarar o desafio de realizar uma oficina de cinema popular com a molecada do Colégio Guadalajara, localizado no bairro Olavo Bilac, em Caxias. O objetivo destas aulas era o de despertar um olhar crítico da galera em relação ao audiovisual e a cultura midiática de modo geral. Mesmo sem a pretensão de ensinar fazer cinema o grupo desenvolveu um projeto e filmou um documentário sobre o bairro. O filme estreiou no dia 15 de maio, no imponente Teatro Raul Cortez, no centro de Caxias.<br />
Você pode conferir um pouco do processo da oficina Mate com Angu no colégio Guadalajara aqui:</p>
<a href="http://noiz.com.br/2009/08/06/mate-com-angu/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a>
<p>Assistindo, fazendo e apontando caminhos de como se faz cinema, o Mate com Angu segue abrindo espaço em uma nova trilha com destino a um lugar ainda desconhecido, não planejado, acreditando na célebre lógica “distraídos venceremos”.</p>
<p>Acesse: <strong><a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=690336" target="_blank">Mate com Angu no Orkut</a></strong>, no <strong><a href="http://www.twitter.com/matecomangu" target="_blank">Twitter</a></strong> e no <a href="http://www.youtube.com/matecomangu" target="_blank"><strong>Youtube</strong></a><br />
Contatos: <strong><a href="matecomangu@curtacaxias.com.br">matecomangu@curtacaxias.com.br</a><br />
</strong></p>
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